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terça-feira, junho 17, 2008

Grupecj da UFPB vencedor do Prêmio Luiz Beltrão de Jornalismo 2008

O Grupo de Pesquisa sobre o Cotidiano e o Jornalismo do curso de Comunicação Social da Universidade Federal da Paraíba (Grupecj/UFPB), coordenado pelo professor Doutor Wellington Pereira, foi o grande vencedor da categoria “grupo inovador” do Prêmio Luiz Beltrão de Ciências da Comunicação 2008 outorgado pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) a pesquisadores e instituições cientificas.

“Vencer o Prêmio Luiz Beltrão se reveste de grande importância para pesquisadores da área de comunicação em todo país. Para nós paraibanos, o significado é muito especial, pois foi em João Pessoa que Luiz Beltrão criou o primeiro Curso de Jornalismo da Paraíba”, disse o professor Wellington Pereira que criou o Grupecj a cerca de seis anos.


Está é a primeira vez que um grupo de pesquisa do nordeste recebe um prêmio de grande relevância na área cientifica da comunicação. “A alegria se completa através do grupo de pesquisadores que vêm atuando no Grupecj e demonstram talento a cada publicação: resistindo às tentativas de sucateamento da universidade pública”, acrescentou Wellington Pereira.

A entrega solene dos diplomas aos vencedores do Beltrão 2008 será realizada na noite de 4 de setembro, das 19h às 21h, na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, durante o XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, contando com o apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e do Programa Globo Universidade.

Na categoria “maturidade acadêmica”, a vencedora foi à professora Marialva Barbosa, autora do livro “História Cultural da Imprensa” e fundadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFF, vem se destacando pelo seu espírito dinâmico e realizador.

Venceram como “lideranças emergentes” as professoras Cosettte Castro (UNESP) e Ivone de Lourdes Oliveira (PUC Minas). Cosette integra o Programa de Pós-Graduação em Televisão Digital da Unesp de Bauru, consultora da Comisión Económica para América Latina (CEPAL), órgão da Unesco localizado no Chile - 2007; coordenadora da pesquisa "As Indústrias de Conteúdos na América Latina", em 11 países da região, onde analisa o desenvolvimento da mídia analógica e o crescimento da mídia digital e da convergência tecnológica nos países estudados.

Ivone é diretora da Faculdade de Comunicação e Artes da PUC-Minas, que tem ao longo dos anos contribuído para o fortalecimento do campo de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas no Brasil, tendo sido eleita, pela segunda vez consecutiva, vice-presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas (Abrapcorp).

Sobre o prêmio Luiz Beltrão

O prêmio Luiz Beltrão pretende homenagear o pioneiro da pesquisa científica em comunicação no Brasil, bem como sinalizar às novas gerações, reconhecendo a excelência do trabalhado realizado nas universidades por docentes e pesquisadores, bem por entidades que fomentam estudos ou desenvolvem projetos comunicacionais relevantes para o desenvolvimento sócio-cultural. Na categoria “instituição paradigmática”, foi vencedora a centenária Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.

Os candidatos ao prêmio, em cada uma das categorias, são indicados anualmente pela comunidade acadêmica da área, cabendo a decisão final a um júri presidido pelo fundador da INTERCOM, o professor Doutor José Marques de Melo. Integram esse colegiado, composto por 20 personalidades, os antigos e o atual presidente dessa associação, bem como pelos vencedores da categoria maturidade acadêmica em anos anteriores (Moacir Pereira, Sergio Capparelli, Sergio Mattos, Muniz Sodré, Antonio Costella, Carlos Eduardo Lins da Silva, Ana Arruda Callado, Murilo César Ramos, Adísia Sá e Antonio Hohlfeldt). A coordenação geral do Prêmio Luiz Beltrão está a cargo da professora Maria Cristina Gobbi, diretora-suplente da Cátedra UNESCO/Metodista de Comunicação.

GRUPECJ – Seis anos dedicados à pesquisa em comunicação

O Grupo de Estudos sobre o Cotidiano e Jornalismo (Grupecj) surgiu no ano de 2002. Foi idealizado pelo professor doutor Wellington Pereira, que recém chegado de seu doutorado na França, sentia a necessidade de maiores discussões sobre pesquisa na área de comunicação e engajamento por parte dos professores e estudantes do curso. Reuniu um pequeno grupo de alunos e ex-alunos para estudar, pesquisar e analisar sobre todas as questões que envolvesse a comunicação social, em especial o jornalismo.

O grupo conta com a participação de alunos da graduação em jornalismo, ex-alunos, da Pós-Graduação em Sociologia e Comunicação Social (cursos da UFPB) e profissionais da imprensa paraibana.

Nestes seis anos de existência o grupo publicou: Leituras do Cotidiano (Editora Manufatura, 2002), O Trabalho de Sísifo – jornalismo e vida cotidiana (Editora Manufatura, 2004), Epistemologia do Caderno B (Editora Manufatura, 2006) e mais agora O Príncipe Lê Jornais – cotidiano e poder nos jornalismo impresso (2008).

O Grupecj é hoje um dos grupos de estudo de maior referência no país nos estudos sobre jornalismo. Neste período o grupo já promoveu seminários e foi um dos selecionados na carteira professor de graduação do Programa Jornalismo Cultural 2007/2008 do Rumos Itaú Cultural, como o projeto Epistemologia do Caderno B.

Pesquisa em andamento - No início deste semestre o grupo deu início à nova pesquisa que se chamará “O corpo e a anatomia impressa” – apresentação do corpo humano nos jornais de João Pessoa (PB). O projeto tem o objetivo de estudar a apresentação dos corpos humanos no jornalismo impresso. A nova pesquisa busca referências aos leitores para que eles possam entender como o corpo humano sofre transformações estético-lingüísticas quando é utilizado para ratificar as categorias e os gêneros jornalísticos.

O estudo dos corpos nos jornais é de suma importância uma vez que trata de uma leitura interdisciplinar sobre as formas de construções das realidades linguageiras no campo da mídia. Os mais diversos estudos sobre o corpo têm demonstrado as transformações corpóreas que aponta para a investigação da sexualidade, da política, e da religiosidade. Todos esses campos apontam para os constrangimentos sofridos pelo corpo, a partir das determinações sócio-culturais de como se vestir, se alimentar, fazer sexo e vender produtos utilizando corpos. A importância do estudo enfatiza uma questão pouco discutida nos estudos do jornalismo impresso: a utilização do corpo humano como signo referencial e ilustrativo da informação jornalística. Ou seja, demonstrar qual o papel do corpo na “legitimação” das informações impressas.

Sobre o coordenador do GRUPECJ

Wellington José de Oliveira Pereira é professor do Departamento de Comunicação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), programa de Pós-graduação em Sociologia e do programa de Pós-graduação em Comunicação Social da UFPB. É doutor em Sociologia pela Université Paris V, Sorbonne. Graduado em Jornalismo e mestre em Literatura também pela UFPB. É autor dos livros: As possibilidades do róseo (1982), O beijo da noiva mecânica: ensaio sobre mídia e cotidiano (2002), Chanel 19: histórias no feminino (2000), Diário de um Zappeur (2006), Vovó nos protege? – histórias infantis para gente grande (2006). É o organizador das coletâneas: Leituras do Cotidiano (2002), O Trabalho de Sísifo – jornalismo e vida cotidiana (2004), Epistemologia do caderno B (2006) e O Príncipe Lê Jornais – cotidiano e poder nos jornalismo impresso (2008).

Maiores Informações:
Wellington Pereira – (83) 9979.0180
Email: wellingtonpereyra@hotmail.com ou wpereira@hs24.com.br
http:// http://grupecjufpb.blogspot.com
Emails da lista de discussão do grupo: grupecj@yahoogrupos.com.br/ grupecjornalismo@yahoogrupos.com.br

Adriana Crisanto
Repórter
adriana@jornalonorte.com.br
adrianacrisanto@gmail.com
Fotos: Divulgação

segunda-feira, junho 16, 2008

Espólio de Fernando Pessoa

Os especialistas muito em breve terão acesso on line aos espólios de Fernando Pessoa e às páginas dos volumes que pertenceu à biblioteca da qual o escritor foi proprietário. Os dois projetos de digitalização da biblioteca de Pessoa tem o apoio da Câmara de Lisboa e da Casa Fernando Pessoa. O acesso será através da página da casa que no futuro também será possível folhear os livros do poeta.

A equipe que trabalha no projeto de digitalização é coordenada pelo colombiano Jerônimo Pizarro e o italiano Patrício Ferrari, ambos do Centro de Lingüística Portuguesa da Universidade de Lisboa (CLUL). Até o momento a equipe digitalizou cerca de 200 livros.

O acordo para digitalização do espólio de Fernando Pessoa só foi possível após o primeiro leilão de obras do escritor, no ano passado, quando o pesquisador Jerônimo Pizarro selou o contrato com a família de Pessoa. Maiores detalhes sobre a digitalização do espólio no Jornal Público de Portugal (http://jornal.publico.clix.pt/) e no website Universia (http://www.universia.pt/).


Adriana Crisanto
Repórter
adriana@jornalonorte.com.br
adrianacrisanto@gmail.com
Foto: Divulgação

Chico César entre forrós e frevos

Uma folia moderna e criativa é assim que pode ser definido o novo álbum do cantor e compositor paraibano Chico César intitulado “Francisco, Forró y Frevo”. Com letras desencanadas e dose eletrônica certa o disco foi produzido por BiD, mentor do coletivo paulista Funk como Le Gusta, um conceituado nome da cena eletrônica brasileira. Neste trabalho Chico passeia tanto pelas festas juninas com xotes e xaxados, e a folia carnavalesca, através de frevos.

O disco é muito gostoso de ouvir. As composições são inéditas e autorais. Na primeira faixa Chico César compôs Girassol que trazem guitarras de Fernando Catatau, em que busca sonoridades atípicas no gênero. As canções “Comer na Mão e Ociosa”, Chico César realça as afinidades rítmicas do gênero nordestino com o reggae jamaicano.

No bloco dos frevos o compositor faz a ponte entre Paraíba-Pernambuco e traz músicas com pulsação roqueira. Pelado é um desses frevos bem humorados compostos pelo músico, em que protesta contra a comercialização do carnaval baiano como as vendas de abadás. Para abrilhantar ainda mais o disco Chico convidou o guitarrista baiano Armandinho.

Soprado em ritmo carnavelesco tem ainda o frevos: Humanequim (com uma bela passagem instrumental) e Solto na Buraqueira que foram moldados para animar as folias com seus metais em brasa. O CD conta ainda com a participação de Claudionor Germano, uma regravação da Marcha da Cueca. Em parceira com Pedro Osmar compôs “Marcha da Calcinha”. Dominguinhos também deu o ar de sua graça na canção “Deus me proteja”. Tem ainda a presença de Seu Jorge em “Dentro”, mas nem parece ele cantando.

O disco prioriza o universo forrozeiro com xotes e enfocando xaxados com em Abaeté, Abaiacu e Namorado. O trabalho vai agradar a forrozeiros, carnavalescos e pode perfeitamente ser tocado em raves.


Serviço:
Título: Francisco, Forró y Frevo
Artista: Chico César
Gravadora: Chita Discos / EMI Music
Cotação: * * * * 1/2





Adriana Crisanto
Repórter
adriana@jornalonorte.com.br
adrianacrisanto@gmail.com
Foto: Divulgação.

Renata lança seu sexto CD


“Deixa” é o nome do novo trabalho da cantora e compositora paraibana Renata Arruda. Neste trabalho Renata se assume de vez como compositora. São ao todo 14 faixas com músicas de autoria dela e alguns parceiros. Está é também uma nova fase na carreira de Renata que inaugura com a atriz Lúcia Veríssimo o selo “Canela”. A produção é do cantor e compositor Robertinho do Recife que já produziu outros trabalhos da cantora, a exemplo de “Por Elas e Outras” (2003) e “Pegada” (2005).

A cantora gravou músicas feitas em parceria com Chico César (Vitamina), Zélia Duncan (Fagulha Rara), Ana Terra (Eu me Cheguei), Antonio Villeroy (o samba Desprevinida), Bebeto Alves (Na Correnteza e Marcas e Sinais), Nando Cordel (o forró Rota), Maria Carmem Barbosa (Palavra Escrita), Danah Costa (Miolo Mole de Moça) e com a própria Lúcia Veríssimo, autora da concepção do disco e parceira de Renata em Pendor e Deixa Eu Voltar (incluída no disco em duas versões). Completam o CD Pedido ao Tempo e Chovendo em mim.

Adriana Crisanto
Repórter
adriana@jornalonorte.com.br
adrianacrisanto@gmail.com
Foto: Funjope.

quinta-feira, junho 12, 2008

Menor São João do Mundo


Enquanto Campina Grande, Caruaru, Arcoverde, Sergipe e tantas outras cidades do nordeste disputam o melhor, maior e num sei mais o que São João do Mundo (ou a maior descaracterização do mundo), os intelectuais e a classe artística de João Pessoa promovem anualmente o "Menor e Melhor São do Mundo", uma sátira ao mercado consumidor das festas que saiu do seu lado religioso, foi para o pátio das igrejas e com o tempo tomou a dimensão mercadológica dos dias atuais.

O Menor São João do Mundo terá a presença do trio de forró pé-de-serra Levanta Poeira. O evento acontecerá nesta sexta-feira, 13, no Gabinete Cultural de Fuba, na Praça Antenor Navarro, Centro Histórico de João Pessoa. A festa é para homenagear Santo Antônio, começa às 20h e a entrada é franca.

Em sua quarta edição, o “Menor e Melhor são João do Mundo” promete muitas novidades para animar os participantes. Haverá brincadeiras, sorteios e a improvisação de uma quadrilha junina. O Café Cultural comandado por Major estará funcionando normalmente e também haverá a venda de comidas típicas da época.


Adriana Crisanto
Repórter
adriana@jornalonorte.com.br
adrianacrisanto@gmail.com
Foto: Arquivo pessoal

sexta-feira, junho 06, 2008

Banda Larga Cordel novo álbum com músicas inéditas de Gilberto Gil


"Banda Larga Cordel" é o nome do novo disco do cantor-compositor-ministro Gilbero Gil acaba de gravar pela Warner Music. Gil, que estava há onze anos sem lançar nenhum trabalho, apresenta neste CD somente canções inéditas que mesclam ritmos nacionais a batidas eletrônicas, com alguns sambas.

O disco está previsto para ser lançado oficialmente em 17 de junho em duas versões: uma com 14 faixas e outra com 16 e será vendido apenas pela internet. Para homenagear a mãe de Caetano Veloso, dona Cano, o ministro-músico compôs um samba. Uma canção interessante é “Formosa”, de Baden Powell e Vinicius de Morais.

Na parte em que rende homenagem ao cordel ele compôs o xote “Despedida de Solteira”, que conta a estória de uma cabrita lésbica. O preço sugerido do produto varia entre R$ 25,00 a R$ 29,90.

Serviço:
Álbum: Banda Larga Cordel
Artista: Gilberto Gil
Gravadora: Warner Music
Preço sugerido: R$ 25 a R$29,90

Adriana Crisanto
Repórter
adriana@jornalonorte.com.br
adrianacrisanto@gmail.com

quarta-feira, junho 04, 2008

A poética praia política de Maio de 1968

Quem não viu tem até sexta-feira (6) para conferir a exposição de fotografias e instalações que está exposta no Centro de Vivências da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), campus I, no Castelo Branco, em João Pessoa. A mostra intitulada “Sob os paralelepípedos, a praia” fez parte das comemorações dos “40 anos de Maio de 1968”, promovido pelo GT de Cultura da Associação dos Docentes da UFPB (Aduf).

O evento foi realizado no mês passado com palestras, filmes e atividades culturais, mas a exposição ficará até sexta-feira. No local o visitante vai encontrar painéis fotográficos lembrando o que foi para a França o Maio de 1968. A exposição foi concebida pelo professor José Alexandrino e conta à história do movimento através de fotografias e cartazes.

“Sob os paralelepípedos, a praia” vai além de uma simples exposição. Ela desperta e estimula o expectador para o fato em si e a contribuição que trouxe para os movimentos sociais e luta de classes. Para que isso fosse possível o curador da exposição, professor Alexandrino, tentou reproduzir uma das ruas de Paris e trouxe para o espaço do Centro de Vivências da UFPB paralelepípedos e um veículo queimado. O título da mostra é bastante poético, “Sob os paralelepípedos, a praia”, e simboliza o rompimento com a ordem pesada, dura e antiga que reinava em Paris em 1968, representada pelo paralelepípedo, em busca da praia, símbolo da utopia. A praia como local de lazer de prazer e beleza.

No centro da exposição foi recriada uma parte da rua com paralelepípedos removidos do chão e uma frase em vermelho. “Nosso objetivo com a mostra é sair dos muros da universidade e levar para a sociedade paraibana um realidade histórica, o que a gente pode ajudar em matéria de debate e discussão de um movimento”, acrescentou Alexandrino.

As frases expostas na mostra condensam idéias de maneira irônica e por vezes provocativa e faz com que o visitante pare e reflita sobre o que aconteceu naquele maio de 1968 e nos reporte ao que ocorre com a sociedade atual, que se tornou apática e complacente com os mercados, com a economia globalizada, com a indústria. A intenção do curador da mostra é lançar um livro com todas as frases do movimento e alguns cartazes até o final do ano.

O que foi o Maio de 1968?

Maio de 1968 foi um período de revoluções em Paris (França). Dados históricos revelam que o movimento teve início com uma greve geral que rapidamente tomou proporções assustadoras e revolucionárias no país, em que mais tarde foi desencorajada a continuar pelo próprio partido Comunista Francês, sob a orientação de Stalin, sendo em seguida suprimida em seguida pelo governo, que acusou os comunistas de tramarem contra a república.

Filósofos e historiadores dizem que essa rebelião foi um dos acontecimentos revolucionários mais importantes do século 20, uma vez que foi aderida não apenas pela minoria de trabalhadores, mas pela população como um todo, que insatisfeita com a maneira como eram tratados se juntou aos estudantes para protestar por melhores condições e qualidade de vida.

Os livros e artigos espalhados pela internet relatam sobre uma série de greves estudantis interromperam as aulas em universidades e escolas de ensino secundário em Paris. O governo de Gaulle tentou a todo custo esmagar a greve colocando a polícia em confronto aberto com os manifestantes. Os protestos chegaram ao ponto de levar de Gaulle a criar um quartel general de operações militares para lidar com a situação, dissolver a Assembléia Nacional e marcar eleições parlamentares para 23 de Junho de 1968.

A história conta que o governo estava próximo ao colapso naquele momento (de Gaulle chegou a se refugiar temporariamente numa base da força aérea na Alemanha), mas a situação revolucionária evaporou quase tão rapidamente quanto havia surgido. Os trabalhadores voltaram ao trabalho, seguindo a direção da Confédération Générale du Travail, a federação sindical de esquerda, e do Partido Comunista Francês (PCF). Quando as eleições foram finalmente realizadas em Junho, o partido Gaullista emergiu ainda mais poderoso do que antes.

O mês de Maio na França é hoje um marco político e cultural de referência e exemplo para todo ocidente e ao mesmo tempo mostra uma história nublada, confusa e cheia de suposições e pretensos falsos líderes, a exemplo de Marcuse, Debord e outros.

Baderna – Paris Maio de 68

A editora Conrad editou e lançou o livro “Baderna – Paris Maio de 68”, um relato vivo do grupo inglês Solidarity. O livro não foi assinado, mas é a narrativa mais fiel encontrada sobre esse momento decisivo da história francesa. O livro foi publicado pela primeira vez em junho de 1968 e há que diga que a obra foi escrita por Maurice Brinton, uma espécie de alter ego do neurologista inglês Christopher Agamemnon Pallis (também conhecido por ser o autor do verbete "morte" na Enciclopédia Britânica, entre outras peripécias). Agamêmnon Pallis enxergava desde 67 no movimento estudantil francês uma alternativa radical ao stalinismo do Partido Comunista local, e pôde conferir com os próprios olhos as revoltas estudantis e a greve geral que transformaram o cotidiano francês em maio de 1968.

O livro está disposto para venda no site da Conrad (www.lojaconrad.com.br/Baderna), tem 80 páginas e custa a bagatela de R$ 19,00. Confira logo abaixo algumas frases impressas nos cartazes escritos por trabalhadores, estudantes, intelectuais e manifestantes e algumas fotos. Estás daí não estão na exposição, foram capturadas da internet, da biblioteca Wikipédia.


Adriana Crisanto
Repórter
adriana@jornalonorte.com.br
adrianacrisanto@gmail.com
Fotos: Divulgação e website Wikipédia.

terça-feira, junho 03, 2008

Il est interdit d'interdire

É proibido proibir

Soyez réalistes, demandez l'impossible

Sejam realistas, exijam o impossível









Tout pouvoir

abuse. Le pouvoir absolu abuse absolutement.

Todo o poder abusa. O poder absoluto abusa absolutamente.




Professeurs, vous êtes aussi vieux que votre culture

Professores, vocês são tão velhos quanto a vossa cultura



L'alcohol tue. Prenez du LSD

O álcool mata. Tomem LSD

La poésie est dans la rue

A poesia está na rua


Un homme n'est pas stupide ou intelligent: il est libre ou il n'est pas
Um homem não é estúpido ou inteligente. É livre ou não é











segunda-feira, junho 02, 2008

Feelin Allrigth


Com uma afinação instrumental inconfundível foi lançado em Genebra, na Suíça, o mais novo trabalho do musicista paraibano Washington Espínola intitulado “Feelin Allright”. São ao todo 13 canções de sua autoria, produzido por ele na Suíça, onde reside há cerca de 10 anos.

Neste trabalho Washington solta a voz em cinco músicas, a primeira que leva o título do disco e a segunda faixa (Braz-ill), em que canta em português, na faixa cinco “Ukannadoo”, a oitava música “Light”, em inglês, e LSD (nona faixa) em que trava um diálogo-dialeto que remete as produções “jaguaribecarneanas”. Com vários discos instrumentais no currículo essa é segunda vez que ele arriscou por voz nos seus trabalhos.

Vale salientar que em Feelin Allright o instrumentista, agora também cantor, contou com pouco amparo vocal. Os caminhos por onde corre a música produzida por Washington Espínola remete ao universo das primeiras gerações que curtem a música instrumental, jazz, blues e rock progressivo.

Para compor mais este projeto musical Washington Espínola contou com a participação de alguns músicos suíços, a exemplo de Stephan Weyland (teclados), Erik Peret (sax), Yoan Juliard (bateria) e outros.

O guitarrista é recordista na Paraíba em discos editados e lançados, são cerca de oito trabalhos (perdi a conta) e ainda por cima numa seara em que poucos arriscam a fazer pela dificuldade de encontrar apreciadores do gênero música instrumental.

Washington Espínola deverá está em João Pessoa agora no meio do ano para visitar parentes e amigos, e dar uma canja desse novo trabalho. Para 2008, o músico prepara o DVD documentário, com shows, entrevistas, depoimentos e fotos que mostram o trabalho do músico ao longo de sua carreira em João Pessoa, São Paulo e suas viagens pela Europa. Os trabalhos (CD e DVD) ainda não têm previsão para serem lançados no Brasil. “Ainda não sei se vou lançar os dois juntos ou separadamente”, acrescentou.

No início deste ano ele foi homenageado pelo guitarrista Zé Filho em seu último disco solo. O último trabalho de Washington Espínola foi GRUE, um disco, também gravado em estúdios na Suíça, em que explorou pela primeira a voz em contraponto com a grandiosidade instrumental que caracteriza a maioria de suas músicas.


Serviço:
Lançamento: Feelin Allrigth

Autor: Washington Espínola
www.washingtonespinola.com
Email: luizqueiross@hotmail.com


Adriana Crisanto
Repórter
adriana@jornalonorte.com.br
adrianacrisanto@gmail.com
Fotos: Divulgação.

sábado, maio 31, 2008

Nova “KSA” do Rock

Será inaugurado hoje (sábado, 31), às 20h00, um novo espaço para drinks, boa conversa e música alternativa da Capital. Quem estava com saudades do antigo Parahyba Café, dos amigos Roberto Zacara e Marconi Serpa, tem agora um novo espaço. Trata-se do Ksa Rock, localizado na Rua Duque de Caxias no centro histórico da Capital.

O novo local, que promete movimentar a cena cultural da cidade, tem três ambientes: O Ksa Rock Vídeo-Bar (loja com camisetas, acessórios e CDs, além de bar, com exibição de vídeos de shows e clipes), o Ksa Rock Pocket (destinada a shows acústicos, exposições, exibições de filmes, lançamentos de livros e saraus) e Ksa Rock Show, no segundo piso, com cabine para DJ, palco e camarim.

O espaço também está aberto para locação de festas, discotecagens, shows de bandas, apresentação de espetáculos e intervenções teatrais e artísticas. No dia da inauguração estão programas exposição das obras de arte do artista plástico Sidney Azevedo, premiado no XII Salão Municipal de Artes Plásticas, uma rápida encenação teatral com o ator Zeny Moura, discotecagem com o cineasta e DJ Carlos Dowling, apresentação das bandas locais Star61, Madalena Moog e no final a discotegem com a jornalista Olga Costa, recém chegada de São Paulo.

No ambiente vídeo bar haverá um stand com vendas de livros da editora 'CosacNaify', com lançamentos e edições de bolso. De acordo com os idealizadores em breve o local servirá como espaço para aulas de música, ensaio de bandas, pelas e oficinas.

Serviço:
Ksa Rock

Atrações: Madalena Moog, Star 61, DJ Carlos Dowling e Olga Costa
Endereço: Rua Duque de Caxias, 73 – Centro (por trás do casarão dos azulejos, vizinha ao Solar do Conselheiro)
Funcionamento: de terça à sexta-feira das 14h às 22h.
Sábado a partir das 20h.
Preço: R$ 5,00 (cinco reais) - cobrado quando houver show.
Telefone da Ksa Rock - 3241 1716
Promoteur responsável: Flaviano André – 8893-7463/ 8802-1128

Adriana Crisanto
Repórter
adriana@jornalonorte.com.br
adrianacrisanto@gmail.com
Fotos: Divulgação.

quarta-feira, maio 28, 2008

Compasso social da arte


Com direção de Cecília Brennand e coordenação de Deborah Priston se apresenta no próximo final de semana (6 e 7 de junho), no Teatro Paulo Pontes do Espaço Cultural, em João Pessoa, o espetáculo de dança e canto “Três Compassos”. Os ingressos estarão sendo vendidos na bilheteria do teatro ao preço de R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (estudante e idosos).

O espetáculo, que reúne no palco 50 jovens artistas de comunidades da região metropolitana da cidade do Recife (PE), tem como via de ação o canto e a dança enquanto ferramentas de transformação social e humana. A montagem faz parte do projeto Ária Social, em que cerca de 350 alunos, com idade variando entre 4 a 25 anos, tenham aulas de dança, canto, percussão e confecção de instrumentos musicais, proporcionando assim o despertar para as artes e quem sabe uma futura profissionalização.

Três grandes momentos compõem a montagem: sacro, popular e erudito. No roteiro da apresentação estão incluídas músicas de Edu Lobo (Procissão), um bloco com canções de Malome (Pai Nosso), Michel W. Smith (Agnus Dei) e J. Lindsay (Glória), um bloco com canções popular de Ernesto Nazaré (Odeon), Marlos Nobre (Muié Rendeira), Luiz Gonzaga (Forró no escuro), Giselia Macbel (Menina Bonita) Sivuca (Feira de Mangaio), V. Enrique (Boi Bumba) e Asa Branca de Luiz Gonzaga.

No bloco erudito estão previstas músicas de Carmira Burana (O Fortuna, Fortune Plango Vulnera e Veris Leta Fácies). O espetáculo encerra com um solo de Cecília Brennand e da bailarina Ana Emilia Freire. A regência do coral é de Rosemary Oliveira com acompanhamento musical de Gilberto Santos (teclado), Charly Jadson, Manoel Júnior, Marco Aurélio, Dayvison Ferreira e Dayvison Oliveira (percussão). Assinam também o trabalho coreográfico Carla Machado e Zdenek Hampl. O projeto Três Compassos tem como patrocinador oficial o grupo Votorantim, a Fiori, Chesf, Lei de Incentivo a Cultura e como parceiros a Casa da Criança, CDI, Ampla e o Instituto Ayrton Senna.

Ária Espaço de Dança

Três Compassos marca os 15 anos de atividades do Ária Espaço de Dança, que começou suas atividades no ano de 1991. Seis anos depois, teve início sua ação voluntária com a inclusão de algumas crianças e jovens em situação de risco social da região metropolitana de Recife. No ano de 2004, o projeto foi transformado em Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, ampliando assim suas atividades.

O Ária Espaço de Dança oferece cursos de dança contemporânea, dança de salão, informática, ioga e dança do ventre e recentemente tem estimulado pessoas a ensinar algumas de suas habilidades manuais às mães que aguardam a saída dos filhos, para que elas tenham uma nova fonte de renda.

Com projeto de Lourdes Brennand o Aria está com seus ambientes todos reformados para melhor atender aos alunos, inclusive os que fazem parte do projeto Aria Social. No local existe quatro salas de dança, uma de computação e outra para atendimento psicológico, refeitório e biblioteca, e a pretensão é de ampliar ainda mais. Até o próximo ano a intenção é que mais salas de informática sejam instaladas no local e seja oferecido atendimento médico nas áreas de ginecologia, dermatologia e ortopedia. Os alunos que freqüentam o Aria Social de duas a cinco vezes semanais, ficando em alguns casos o dia inteiro no local.

Serviço:
Três Compassos
(dança e música)
Dias 6,7 e 8 de junho
Hora: 20h00
Teatro Paulo Pontes do Espaço Cultural José Lins do Rego - Tambauzinho
Ingressos: R$ 5 (estudante) e R$ 10 (inteira).
Informações: (81) 3341-1014.

Adriana Crisanto
Repórter
adriana@jornalonorte.com.br
adrianacrisanto@gmail.com
Fotos: Divulgação.

terça-feira, maio 20, 2008

Filme de Glauber Rocha restaurado

O longa-metragem “O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro”, do cineasta Glauber Rocha, nono de sua carreira, voltou a ser restaurado e já está sendo exibido em algumas salas de cinema de arte do país. A restauração só foi possível graças ao patrocínio da Petrobrás. No nordeste apenas Fortaleza (CE) teve a oportunidade de assistir o filme restaurado no Cine Dragão do Mar.

O filme havia sido destruído em um incêndio no Laboratório GTC em Paris, em 25 de junho de 1973. Os negativos foram restaurados em imagem digital a partir de uma cópia com versão sonora francesa. O trabalho foi feito no Laboratório Prestech, na Inglaterra, com curadoria de João Sócrates Oliveira e supervisão de fotografia de Affonso Beato.

Algumas cenas das canções, que não foram dubladas, contêm legendas em francês. Na reconstrução da versão sonora em português foi feita pela Cinemateca Brasileira e no Estúdio JLS, sob curadoria de José Luiz Sasso. Os créditos da equipe técnica e do elenco ocupam os letreiros finais do filme, devidamente traduzidos e corrigidos. Pelo valor documental, a curadoria decidiu preservar o texto introdutório do filme existente na versão francesa que serviu de base para a restauração, traduzindo na íntegra, o seu conteúdo.

Fizeram parte da equipe do Projeto de Restauração: Paloma Rocha (direção); Joel Pizzini (curadoria); Affonso Beato (supervisão de fotografia); Paloma Rocha e Daniela Arantes (produção executiva) e ainda: Coordenação de Produção: Tássia Milly; Assistente de Produção: Sara Rocha; Restauração Digital de Imagem: Prestech Film Laboratories; Curadoria e Supervisão Geral: João Sócrates De Oliveira; Restauração de Som: JLS Facilidades Sonoras e Cinemateca Brasileira;Restauradores: José Luiz Sasso e Alexandre De Marco Sobral. Coordenação do Laboratório da Cinemateca Brasileira: Patrícia De Filippi; Distribuição: Prefeitura do Rio / Riofilme; Uma Produção de Paloma Cinematográfica.

Sinopse do filme:

Numa cidadezinha chamada Jardim das Piranhas aparece um cangaceiro que se apresenta como a reencarnação de Lampião. Seu nome é Coirana. Anos depois de ter matado Corisco, Antônio das Mortes (personagem de Deus e o Diabo na Terra do Sol) vai à cidade para ver o cangaceiro. É o encontro dos mitos, o início do duelo entre o dragão da maldade contra o santo guerreiro. Outros personagens vão povoar o mundo de Antônio das Mortes. Entre eles, um professor desiludido e sem esperanças; um coronel com delírios de grandeza, um delegado com ambições políticas; e uma linda mulher, Laura, vivendo uma trágica solidão.

O filme conquistou os seguintes prêmios: Melhor Direção - XXI Festival de Cannes, França (1969), Melhor Direção - Confederação Internacional de Cinema de Arte e Ensaio, França (1969), Melhor Direção - Prêmio "Coruja de Ouro", Instituto Nacional de Cinema, RJ (1969), Primeiro Prêmio, Festival de Louvaing, Bélgica (1969), Prêmio do Público (Menção Especial), Semana Internacional de Cinema de Autor -Banalmadena, Espanha (1969), Troféu Coruja de Ouro - Prêmio Adicional de Qualidade, INC/1969, Brasil, Melhor Fotografia (Affonso Beato), Prêmio "Governador do Estado de São Paulo", SP (1969), Prêmio "Fipresci" (1969) e Prêmio Luis Buñuel.

Fazem parte do elenco os atores: Maurício do Valle (Antonio das Mortes), Odete Lara (Laura), Othon Bastos (professor), Hugo Carvana (delegado Matos), Jofre Soares (coronel Horácio), Lorival Pariz (cangaceiro Coirana), Rosa Maria Penna (Santa Bárbara), Emmanoel Cavalcanti (padre), Mário Gusmão (o negro Antão), Vinícius Salvatori (jagunço “mata vaca”), Sante Scaldaferri (Batista), Conceição Senna (Madalena).

Adriana Crisanto
Repórter
adriana@jornalonorte.com.br
adrianacrisanto@gmail.com
Fotos: Agência Petrobrás de Notícias. Cenas do filme Terra em Transe de Glauber Rocha

Um concerto para Flávio José

A Orquestra Sinfônica da Paraíba (OSPB) e o cantor e compositor Flávio José serão as atrações desta quarta-feira (21) no Espaço Cultural José Lins do Rego, localizado no bairro de Tambauzinho, em João Pessoa. A apresentação será na praça do povo e está prevista para começar às 19h30. Flávio José se apresenta ao lado de dois percussionistas e dois vocalistas. Será cobrado ingresso promocional de R$ 5,00 que podem ser adquirido antecipadamente nas lojas Scalla dos shoppings Manaíra e Tambiá.

A OSPB será regida pelo maestro residente Luiz Carlos Durier. No repertório foram selecionadas 14 composições de sua autoria, com arranjos dos maestros Rogério Borges e Chiquito. Na lista estão previstas execução da versão da música "Tudo é do Pai", gravada pelo padre Marcelo Rossi além de canções conhecidas do público, como Caboclo Sonhador, Tareco e Mariola, Minha Mãe, A Natureza das Coisas, De Mala e Cuia, Sem Ferrolho e sem Tramela, Espuma ao Vento entre outras.

Recentemente Flávio José lançou o CD Dom Cristalino, em Monteiro (PB), onde nasceu. Este é o 17º CD de sua carreira. Nas doze faixas Flávio deixa refletido um dos melhores momentos de sua carreira. Entre as canções do disco estão incluídas “Vá Embora!”, em parceira com Dorgival Dantas, um sucesso virtual, lançado no website do artista e só agora inserida no CD. O disco é, de acordo com Flávio José, fruto de dois anos de andanças e pesquisas dele pelo sertão e reencontro com velhos companheiros.

A música de trabalho intitula-se “Pra quê dividir?” de autoria de Marquinhos Maraial e Edu Lupa. Neste trabalho o músico privilegia parceiros musicais como: Dorgival Dantas: "Vá Embora" e "Juntando os troços", Flávio Leandro: "Minha Mãe", "Fuxico" e "O Rei da Garapa" e Pinto do Acordeom: "Dom Cristalino" e "A força da Paixão". Além de Miguel Marcondes: "Linha Cigana", Dom Fontinelli: "O Meu Direito", Anchieta Dali e Carlos Vilela: "Dança da Vida" e Maciel Melo e Maestro Genaro: "A Ponteira e o Pião".

Outra novidade de Flávio José é que, um dia antes de abrir o São João de Campina Grande, ele abre o São João da cidade de Caruaru (PE). O show está programado para sábado, 31 de maio, no Pátio de Eventos Luiz Lua Gonzaga. E no dia 11 de junho Flávio José se apresenta o dia 11 de julho no Miles Davis Hall, no Montreux Jazz Festival, na Suíça. Além de Flávio José, representando o Brasil, foram igualmente convidados: Gilberto Gil, Elba Ramalho, Chico César, Aleijadinho de Pombal, Pinto do acordeom e Hamilton de Holanda.

Adriana Crisanto
Repórter
adriana@jornalonorte.com.br
adrianacrisanto@gmail.com
Fotos: Divulgação - www.flaviojose.com.br