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domingo, agosto 16, 2009

Exposição de Ariano Suassuna é aberta na Estação Cabo Branco

“A Imagem da Palavra” é o nome da exposição que o professor, escritor, gestor cultural e artista gráfico Ariano Suassuna abre nesta quarta-feira (19), às 19h00, na Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes localizada na Avenida João Cirillo Silva, s/n, Altiplano Cabo Branco. Logo após a abertura haverá apresentação do Grupo Armorial Motiva, regido pelo músico Roberto Araújo.

Parte da obra do artista chega ao público paraibano através de uma seleção de dez das suas preciosas iluminogravuras – obras hoje tão raras quanto originais, ferros de marcar gado, vistos por Ariano como elementos de uma heráldica brasileira e popular e desenhos para ilustração de um romance nunca publicado. A mostra contará ainda com vários audiovisuais compilados por Tiago Martins a partir de três documentários, dirigidos por Marcus Vilar, Cláudio Marzo e Douglas Machado.

Tanto este estudo dos símbolos da chamada “civilização do couro” quanto as iluminogravuras estão ligados ao movimento armorial proposto por Suassuna. Originalmente atribuído ao “conjunto de insígnias, brasões, estandartes e bandeiras de um povo”, a palavra armorial ganhou, através do Mestre Suassuna, um novo significado. Passou a designar criações que buscavam nas tradições populares brasileiras – a literatura de cordel, os poemas dos cantadores, a xilogravura, os estandartes e danças dos folguedos – os elementos para a construção de uma arte erudita essencialmente nacional.

Na concepção das iluminogravuras, Ariano também se inspirou nas tradições medievais. A técnica de iluminura era praticada por monges na Idade Média. Eles costumavam adornar as páginas de manuscritos com motivos florais e geométricos, capitulares rebuscadas e figuras fantásticas, que cobriam as margens do papel, emoldurando o texto. Na versão armorial, Ariano combinou a antiga iluminura com a gravura. As imagens de cavaleiros, cruzes, animais e armas são penetradas pela palavra.

Afinal, foi mesmo de um romance que surgiu o artista gráfico Ariano Suassuna. Na meninice, Ariano teve algum aprendizado de desenho e pintura. Ao iniciar a redação do seu monumental Romance d’a pedra do reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-volta, decidiu ilustrar ele mesmo o livro.

Ao contrario das gravuras convencionais, as que compõem o romance têm papel estrutural na história – são assinadas por um dos personagens e citadas no texto. Mais tarde, em 1980, Ariano aprofundou o processo de fusão entre texto e gravura em uma caixa com dez pranchas: Sonetos com Mote Alheio. Para fazer as matrizes, Ariano combinava os poemas manuscritos a desenhos em nanquim, em papel branco. As cópias eram feitas em uma gráfica, pelo processo off-set. Cada uma das 50 cópias era, então, trabalhada individualmente a mão, colorida a guache, tinta a óleo e aquarela, tornando-se peça única. Em 1985, o processo foi repetido em uma nova caixa de dez pranchas: Sonetos de Albano Cervonegro, apresentados nesta mostra, novamente com 50 exemplares (mais tarde, foram reproduzidos alguns exemplares extras, a pedido de amigos).

Para descrever as imagens, pode-se usar as características que Ariano cita como típicas da pintura armorial: “parentesco com o espírito mágico e poético do romanceiro e das xilogravuras populares do Nordeste; ausência de perspectiva, de profundidade ou relevo, ou então, perspectiva, profundidade e relevo apenas indicados; uso predominante de cores puras, distribuídas em zonas achatadas; desenho tosco e forte, quase sempre contornado, como herança da pintura popular; semelhança com os brasões, bandeiras e estandartes dos espetáculos nordestinos; parentesco com o espírito da cerâmica e da tapeçaria.”

Nas duas coleções, muitos dos títulos dos sonetos aparecem em uma tipografia peculiar. Trata-se do alfabeto Armorial, criado por Ariano a partir dos símbolos utilizadas por famílias nordestinas para marcar o gado. Depois de ler o pioneiro estudo de Gustavo Barroso sobre o tema, Ariano encontrou os registros do antepassado Paulino Vilar sobre os ferros usados pela família. A partir destas notas, estudou os seus significados simbólicos, como eram transmitidos de pai para filho e as alterações que sofriam ao longo do tempo. O resultado da pesquisa foi o livro Ferros do Cariri — Uma heráldica sertaneja (1974) e 25 letras de um alfabeto compostas pelo escritor a partir das formas dos ferros: troncos, cruzes, puxetes, mossas e pés-de-galinha.

O abecedário tem inspirado vários projetos gráficos, especialmente os ligados ao escritor. Nele, mais uma vez, Ariano Suassuna empresta à palavra uma dimensão estética, como disse certa vez ser o seu objetivo: “Unir o texto literário e a imagem num só emblema, para que a Literatura, a Tapeçaria, a Gravura, a Cerâmica e a Escultura falem, todas, através de imagens concretas, firmes e brilhantes, verdadeiras insígnias das coisas.”

Aproximar o grande público da obra gráfica e plástica de Ariano Suassuna é o objetivo maior da mostra A Imagem da Palavra, produzida pela CAMARA – Museologia, com o patrocínio da Companhia Hidroelétrica do São Francisco – CHESF.

GRUPO ARMORIAL MOTIVA – O grupo Armorial Motiva é um grupo de câmera instrumental que faz parte do Projeto de Música da Escola Motiva e tem como objetivo de pesquisar e valorizar a música nordestina e brasileira, como também promover e incentivar novos talentos musicais na escola. A primeira apresentação do grupo aconteceu no dia 19 de maio de 2007 e desde então vem sendo convidado para apresentações dentro e fora do Estado da Paraíba.

O grupo é conduzido pelo maestro, arranjador e professor Roberto Araújo. A maioria dos integrantes tem idade que varia entre 18 anos a 21 anos. Hoje o Armorial Motiva é formado por: Marcelino Vasconcelos (assistente e violino), Maria Gabriela Rocha (violinoII), Caio Alves Diniz (violoncello), Mateus Vidal Paulino (II Violoncello), Luiz Limeira R. Ribeiro (Flauta transversal), Gabriel Gomes Tizey (II Flauta transversal), Júlio César Souza de Lucena (Acordeon), Nelson Túlio de M. Lima (violão solo), Ernando Tales de M. Lima (violão harmonia), Gabriel José da Rocha Candeia (Cavaquinho), Antonio da Gama Gonçalves (cavaquinho), Alma Desirée Queiroga (Contrabaixo), Roberto Sousa de Lucena (bateria), Daniel Pires Ribeiro (percussão), Letícia Oliveira Batista (percussão), Inaiá Telino de Abreu Machado (percussão e voz).

No repertório desta apresentação estão incluídas as músicas: Romance da Bela Infanta (anônima do séc. XVI); Rabecão (Antúlio Madureira), Aspecto de uma feira (Sagrama), Santa Morena (Música Flamengo), Jacó do Bandolin; Suíte Nordestina (Homenagem à Luiz Gonzaga), Dança do Mergulhão (Domínio Público), Bachianas Brasileira n.05 (Heitor Villa Lobos), Feira de Mangaio (Sivuca - Re-leitura e adaptação Roberto Araújo), Brasileirinho (Waldir Azevedo), Rasga Nordeste (Antonio Nóbrega).

MOVIMENTO ARMORIAL - O movimento cultural Armorial foi oficialmente lançado, em Recife (PE), no dia 18 de outubro de 1970, e idealizado pelo escritor, professor, gestor cultural e artista gráfico Ariano Suassuna. O movimento tinha como objetivo de produzir uma arte erudita brasileira a partir das raízes populares, ou seja, a fusão da criatividade da música popular, na busca de qualidade Erudita.

SERVIÇO:
A IMAGEM DA PALAVRA – ARIANO SUASSUNA
Abertura: 19 de agosto (quarta-feira)
Hora: 19h00
Local: Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes - Avenida João Cirillo Silva, s/n, Altiplano Cabo Branco.
Período da Exposição: 19 de Agosto a 04 de Outubro de 2009
Horário de Funcionamento da Estação:
Terça a Sexta - 09 às 17h
Sábados e Domingos - 10h às 18h
Fone: 83. 3214. 8303 - 8802-3255
Email: fabath-ecartes@joaopessoa.pb.gov.br
Imprensa: Adriana Crisanto – 83. 8823. 2233 – 8770.5958
Email: adrianacrisanto@yahoo.com.br

CAMARA - MUSEOLOGIA E AÇÃO CULTURAL
ALUIZIO CÂMARA
Local: 2º Pavimento da Torre
Aluizio Camara
Fone: 81.8648.0108 - 3221.1574
Email: camara.museo@gmail.com

sexta-feira, julho 24, 2009

Cancelada apresentação da Orquestra de Câmara de João Pessoa neste domingo


A ESTAÇÃO CABO BRANCO, CIÊNCIA, CULTURA E ARTES comunica que não haverá apresentação neste domingo (26), da ORQUESTRA DE CÂMARA DA CIDADE DE JOÃO PESSOA, no auditório da Estação, localizado no Altiplano Cabo Branco. O CANCELAMENTO se deve aos problemas técnicos e artísticos da Orquestra de Câmara. A ESTAÇÃO CIÊNCIA pede desculpas ao público e INFORMA que nova data estará sendo agendada pela Orquestra para apresentação.

Tela Verde exibe oito curtas em João Pessoa


Oito curtas metragens sobre o meio ambiente estarão sendo exibidos no Salão de Convenções da Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes neste final de semana. As exibições fazem parte do projeto Circuito Tela Verde que prosseguirá até o dia 30 de julho na Estação Ciência, localizada no Altiplano Cabo.

Neste sábado (25), a partir das 11h, na Sala de Convenções 2, serão exibidos os filmes: “Antes que a Casa Caia”, “Roda Viva”, “Apertando o Mangue” e “Mulheres do Âncora”. As apresentações são seguida por debates orientados pelos educadores da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura e dos gestores educacionais da Estação Cabo Branco; Walcira Costa, Verônica Sousa, Wertevan Fernandes e Cássia Freitas.

O filme “Antes que a casa caia” mostra a vida simples de pessoas que residem próximas as barreiras de uma pedreira. A segunda exibição “Roda Viva”, às 11h40, mostra a transformação da Lagoa de Araruama, que antes era viva e importante geradora de riquezas, mas a poluição, a construção civil desordenada e as ações irresponsáveis do homem fizeram a bela água escurecer, afastaram os peixes e os turistas, e transformaram as salinas em grandes condomínios.

Apertando o Mangue trata de um filme que mostra a importância do mangue na visão de um nativo que faz uma reflexão sobre o homem e a natureza em uma cidade em crescimento.

No domingo (26), a partir das 11h, será exibido “Mar Cigano” um vídeo que mostra qual a relação do homem com a natureza e sobre o avanço do mar. “Lá é mais difícil” é o filme da sequência que fala sobre jovens da zona urbana e da zona rural comentando sobre suas realidades de vida. Outro curta de destaque é “Encontro das Águas” que retratada a vida dos pescadores, o conhecimento empírico sobre a natureza. O último curta do dia chama-se “Vento Corredor” em que questiona sobre os conflitos entre a segurança, a moradia e os cuidados com a natureza das pessoas que moram próximas ao Parque Nacional da Restinga em Jurubatinga.

Circuito – No último final de semana o Circuito Tela Verde trouxe para a Estação Cabo Branco cerca de 300 pessoas vindas de várias partes da cidade e turistas que visitavam a Paraíba.

O Circuito Tela Verde constitui-se em um projeto construído em parceria entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Ministério da Cultura (Minc) que visa estimular as atividades de educação ambiental através da linguagem audiovisual, com uma mostra de vídeos que traz experiências de projetos ambientais. O Tela Verde chega a João Pessoa através da Secretaria do Meio Ambiente (Semam) com parceira com a Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes para exibição das películas. A mostra de vídeos passou por várias capitais brasileiras, incluindo estruturas educadoras, a exemplo de Salas Verdes, instituições articuladoras de Coletivos de Educadores, Pontos de Cultura, Cineclubes, instituições de ensino, associações comunitárias, organizações indígenas.

Cada espaço receberá um kit contendo cinco DVD’s, manual de orientações sobre como organizar a mostra com a sinopse dos vídeos e o material de divulgação. Este circuito reúne 30 vídeos de curta metragem, num total de mais de cinco horas de exibição.

Os vídeos foram produzidos como parte de um processo de educação ambiental, de caráter crítico e participativo, com envolvimento direto das comunidades na produção dos vídeos, utilizando metodologias de Educomunicação. Trazem uma importante contribuição para compreender como as comunidades tomam parte nos processos da gestão ambiental pública.

Todos eles foram realizados pela Abaeté Estudos Socioambientais, entre 2007 e 2008, utilizando a linguagem de cinema e ferramentas da antropologia, para a elaboração de diagnósticos socioambientais. Por seu caráter inovador, o projeto, em 2008, recebeu o prêmio Brasil Ambiental, um dos mais importantes do país.

O Circuito Tela Verde é uma das ações de Educomunicação do DEA/MMA, em sintonia com os princípios do Programa Nacional de Educação Ambiental.

SERVIÇO:
MOSTRA TELA VERDE

Sábado (25) – Antes que a casa caia, Roda Viva, Apertando o Mangue e Mulheres do Âncora
Domingo (26) – Mar Cigano, Lá é mais difícil, Encontro das águas, Vento Corredor
Horário: 11h00 até 18h00
Local: Sala da Convenções 2 – Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes
Fone: 3214.8303
Email: ecbartes@joaopessoa.pb.gov.br

Programa Ciranda Curricular promove novas oficinas neste final de semana


O público que visitar neste final de semana a Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes, localizada na avenida João Cirilo Silva, s/n, Altiplano Cabo Branco poderá participar das oficinas de recreação, quadrinização, contação de histórias e música. No sábado (25) serão ministradas as oficinas de recreação e quadrinização e no domingo (26) as oficinas de Contação de Histórias e Música. Todas as atividades acontecem na Sala de Práticas Educacionais, a partir das 10h00, com os arte-educadores: Edson Nascimento, Hausman Santos, José Carlos e Raimundo Severino, ambos do Ciranda Curricular, um programa de arte-educação e inclusão que busca criar na escola um espaço de interação entre toda a comunidade. As experimentações são gratuitas para as todas as idades. Não é necessário inscrição prévia.

“As oficinas do Programa Ciranda Curricular que também são oferecidas durante a semana, além do caráter educacional e lúdico, objetivam incluir socialmente pessoas de todas as idades com conhecimentos diversificados num mesmo ambiente e por esses aspectos estamos obtendo ótimos resultados”, explicou a Coordenadora de Gestão Educacional da Estação, Cássia Freitas.

OFICINAS – A Oficina de Recreação resgata brincadeiras antigas, cantigas de roda etc. Atua no sentido da socialização dos participantes e principalmente das crianças. É uma oficina basicamente de muito divertimento e descontração. O ministrante da oficina de recreação, Edson Nascimento, explicou que a oficina de recreação trabalha com aspecto lúdico que envolve as emoções, relembram brincadeiras do passado, desenhos, jogos educativos, músicas que faz com que desperte nos participantes a imaginação sejam eles vindos de escolas, turistas ou visitantes que passam pela Estação.

A oficina de Quadrinização é oferecida para qualquer pessoa que pode vivenciar também uma incrível experiência. A arte dos quadrinhos agrega além da ludicidade, a oportunidade de promover o desenvolvimento de várias competências relacionadas à criatividade, a lógica, a percepção, além da relação próxima com a construção de processos informais de leitura e escrita determinantes para o sucesso da escolaridade formal.

Na oficina o instrutor usará as técnicas da perspectiva anatômica, noções de desenho, mostrará como se produz uma tirinha, como se constrói um layout, um store board e um fanzine. A oficina de Contação de Histórias, por sua vez, objetiva estimular a imaginação das crianças e também adultos. Cada participante através das dinâmicas realizadas na referida oficina poderá criar e tornar-se personagem de qualquer estória.

Música (violão) - O participante tem o acompanhamento de um músico e aprende noções básicas das setes notas musicais (dó, re, mi, fá, só, la, si , dó). Alguns participantes ao ouvir o tom, os acordes do violão sentem afinidade com o instrumento e conseguem identificar as notas básicas com facilidade.

PROGRAMA - O Ciranda Curricular é um programa de arte-educação e inclusão que busca criar na escola um espaço de interação entre toda a comunidade. As atividades acontecem aos sábados através de oficinas artísticas, educativas e profissionalizantes que são ofertadas para estudantes, familiares e comunidade em geral. Não há qualquer restrição no que diz respeito à faixa etária, sexo, etnia, credo e escolaridade.

O programa está na Estação Cabo Branco há cerca de um ano e tem atraído pessoas de várias idades e movimentado bastante a casa nos dias semana e nos finais de semana. A todo o momento os oficineiros (com são chamados as pessoas que ministram as oficinas) estão circulando pela Estação convidando os visitantes a participarem das oficinas na sala de práticas educacionais.

A programação não pára por ai. No próximo mês tem mais. No sábado dia 01 de agosto, haverá oficina de Percussão Corpórea com arte-educador Hausman Santos. Na oficina o instrutor usará as técnicas da perspectiva anatômica, noções de desenho, mostrará como se produz uma tirinha, como se constrói um layout, um store board e um fanzine.

A Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes funciona de terça a sexta no horário de 9h00 às 17h00. No sábado e domingo as atividades começam as 10h00 e se estendem até as 18h00. Maiores informações para participar das oficinas do Ciranda Curricular, através do fone 3214.8303 ou pelo email.ecbartes@joaopessoa.pb.gov.br

SERVIÇO:
Programa Ciranda Curricular
Oficinas de Recreação, Contação de Histórias e Música
Sábado (25) e Domingo (26)
Hora: 10h00
Local: Sala de Práticas Educacionais da Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes
Informações: 83.3214.8303.

Grupo Viver a Inclusão é atração deste sábado na Estação


O Grupo “Vem Viver a Inclusão” fará estreia do espetáculo de teatro e dança intitulado “Força que Nunca Cessa”, neste sábado (25), no auditório da Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes. A entrada é franca e está prevista para começar às 16h30.

A montagem consiste na encenação de teatro e dança que foi preparada para ser encenada em um festival em comemoração ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), por meio de trabalhos artísticos, promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Social. No passado, o grupo competiu com os grupos de pessoas sem deficiência e ficou em 2° lugar na Categoria de Teatro.

Grupo “Vem Viver a Inclusão” consiste num coletivo de música, teatro e dança formado pelos usuários do Centro Municipal de Inclusão, o qual visa a Habilitação e a Reabilitação, por meio de serviços especializados, de crianças, adolescentes e jovens com deficiência, distúrbio de comportamento e/ou de aprendizagem, buscando dar-lhes condições para o exercício pleno de sua cidadania.

O Grupo deu início aos trabalhos em abril de 2006 apenas com Teatro, buscando fortalecer, evidenciar e ampliar as potencialidades dos participantes. Neste mesmo ano foram implantadas as aulas de Musicoterapia e, em outubro de 2007, as aulas de Educação Física Adaptada, onde, além da área desportiva, um trabalho de dança vem sendo desenvolvido.

O objetivo principal do grupo é propiciar interação, socialização e desenvolvimento global diante das necessidades individuais de cada um. Neste sentido, o que é enfatizado é o desenvolvimento das habilidades de cada um, torna-se o ponto alto do trabalho.

Atualmente, o grupo conta com cerca de 40 participantes, o qual tem como responsáveis a professora de Teatro Lisianne Saraiva, o musicoterapeuta Wmarley de Azevedo e a educadora física Joana Alves.

SERVIÇO:
ESPETÁCULO: FORÇA QUE NUNCA CESSA
Sábado (25)
Hora: 16h30
Local: Auditório da Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes.
A entrada é gratuita,

terça-feira, junho 23, 2009

Quatro exposições na Estação Cabo Branco


Solha, Marinez Lucena, Aquino Mendonça e Parede Poética expõe telas e poemas na Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes


Para quem não gosta das folias juninas e vai passar o São João na Capital a sugestão é visitar quatro novas mostras de artes plásticas e poemas que estarão expostas a partir desta terça-feira (23) até o dia 27 de junho, no segundo andar (torre) da Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes, localizado na Avenida João Cirillo Silva, s/n, Altiplano Cabo Branco. São telas de W. J. Solha (Pense Grande), Aquino Mendonça (O Mar à Vista), Marinez Lucena (Quadrilha Junina) e Parede Poética do Serviço Social do Comércio (SESC).


A primeira é o Projeto Pense Grande idealizado pelo artista plástico, ator, roteirista e escritor paulista W.J.Solha no final do ano de 1999, a partir de um fato ocorrido com o jogador de futebol Edmundo, quando o mesmo “insultou” o juiz de futebol e o chamou de “paraíba”. De acordo com Solha, radicado em João Pessoa há vários anos, o paraibano deveria conhecer e valorizar os homens e as mulheres de destaque do Estado a fim de levantar a auto-estima. “Poucos Estados brasileiros contam com tantas expressões importantes, em todas as áreas com aqui”, enfatizou Solha.

A exposição, composta por 68 telas, consiste em uma parceira entre o Jornal O Norte (Grupo Diários Associados Paraíba), com apoio da Biblioteca Central, Coordenação de Extensão Cultural e Pró-Reitoria para Assuntos Comunitários da Universidade Federal da Paraíba (BC/COEX/PRAC/UFPB) com o Projeto Arte na Escola.

As obras de arte de Solha são conhecidas nacional e internacionalmente. No período de 2000 a julho de 2001, um jornal local, veiculou, a cada semana, na capa do caderno de cultura, a reprodução do retrato de um paraibano ilustre. As telas possuem tamanhos variados e foi confeccionada em acrílica sobre tela. O slogan da mostra exposição é “Pense grande como o paraibano Augusto dos Anjos”. No local o visitante poderá observar telas com personagens importantes das artes paraibana, a exemplo de Augusto dos Anjos, Antônio Dias, Walter Carvalho, Paulo Pontes e outros.


Todas as cores da Quadrilha Junina


A segunda exposição é da artista plástica Marinez Lucena, intitulada “Quadrilha Junina”. Nela a artista encontrou na sua terra natal inspiração para pintar 16 telas em óleo sobre tela que compõem a mostra.

As telas são de natureza impressionista, com cores puras e dissociadas em pequenas pinceladas, valorizando o contraste de luz e sombra pelo uso das cores complementares. “Minha temática está entre a figura e a natureza onde sempre busco expressar minhas emoções, sentimentos, visões de mundo e lugares que me cercam”, disse Marinez.

O Mar de Aquino


“O Mar à Vista” é o título da terceira mostra de artes plásticas que está aberta para visitação pública na Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes. Nesta exposição Aquino Mendonça expõe toda sua natureza impressionista. São ao todo 31 telas em óleo sobre tela em que trata da beleza da natureza representada pelo céu, pescadores, mar e barcos.

Em cada obra pode-se fazer uma leitura. As cores saltam da tela como se paisagem estivesse viva. Os tons, em amarelo e laranja, fazem lembrar o crepúsculo, o cair da tarde. “Minhas motivações foram às imagens da Baía da Traíção”, disse Aquino que se considera um admirador profundo da natureza. “O impressionismo foi a escola de arte que mais me deslumbrou”, revelou o artista.

As telas chamam atenção pela luz retratada. Este efeito emprestado ao trabalho modifica de certa forma o objeto retratado, em uma espécie de releitura do real proposta pelo artista.


Parede Poética

Outra exposição singular é a Parede Poética, projeto itinerante desenvolvido pelo Serviço Social do Comércio (SESC) há cerca de 15 anos. A mostra é composta por poemas ilustrados de poetas paraibanos através de suporte banners que medem 2 metros por 1,5 metros de altura.

Nesta mostra serão exibidos trabalhos de Braulio Tavares, Figueiredo Agra, Edgley Andrade Rocha, Luiz Fernando Silva, Águia Mendes, Antônio Mariano, Sônia Van Dijck, André de Sena, Ricardo Peixoto, Juca Pontes, Jessier Quirino, Elionaldo Varela, Ricardo Anísio, Vitória Lima, Elinaldo Rodrigues, Elionaldo Varela, Andreza Clarinda, Batista Ralle e outros. A curadoria da Parede Poética é do escritor e poeta Políbio Alves e coordenado pelo jornalista Chico Noronha.


SERVIÇO:
Exposições: PENSE GRANDE, O MAR À VISTA, QUADRILHA JUNINA E PAREDE POÉTICA

Período: 23 de junho (terça-feira) a 27 de junho
Local: Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes - Avenida João Cirillo Silva, s/n, Altiplano Cabo Branco.
Horário de visitação:
Terça à sexta-feira, das 9h00 às 17h00.
Finais de semana e feriados, das 10h00 às 18h00.
Informações: (83) 3214.8303.

quarta-feira, junho 17, 2009

"De Víbora em Punho" é atração do programa Cine Estação França


O filme "De Víbora em Punho" (França/Reino Unido, 2004) é a próxima exibição que acontecerá nesta quinta-feira (18), a partir das 19h, no auditório da Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes dentro das comemorações do Ano da França no Brasil. A entrada é aberta ao público.

"De Víbora em Punho" é um filme adaptado de um dos mais famosos romances infantil e juvenil da literatura francesa, de autoria de Hervé Bazin. Em boa parte autobiográfico, o filme conta em um tom tragicômico o combate violento, impiedoso e ferozmente engraçado travado por uma criança contra sua própria mãe, numa família burguesa no final da década de 1920.

Jean Rezeau e seu irmão mais velho vivem felizes em La Belle Angerie, o castelo da família, mas a morte de sua avó provoca o retorno de seus pais da Indochina, e com isso o fim da infância. Aprendizado da idade adulta, lição de vida otimista, conquista da liberdade, por uma criança que se rebelou contra aquela que fez dele, apesar de tudo, um artista e um grande escritor. No elenco estão os atores Catherine Frot, Jacques Villeret, Jules Sitruk. O drama, em cores, tem duração de 100' e classificação livre.

O evento faz parte do programa 'Cine Estação França', realizado pela Estação Cabo Branco em parceria com a Aliança Francesa, em João Pessoa, desde o mês de março até novembro deste ano, toda terceira quinta-feira de cada mês. A projeção é digital e todos os filmes são legendados, com debate no final de cada exibição.

O diretor geral da Estação Cabo Branco Ciência e Cultura, Fernando Abath, disse que um dos objetivos do Cine Estação França é apresentar e difundir a cultura francesa com a maior abrangência e diversidade de público possível, desde os amantes do cinema europeu até as pessoas que não tem condições de terem acesso as salas de cinema da cidade. "É um acontecimento memorável e, sem dúvidas, conhecer mais da cultura francesa, não dá para ficar de fora", disse Abath.

SERVIÇO:
DE VÍBORA EM PUNHO (França/Reino Unido, 2004)
Quinta-feira (18)
Hora: 19h
Local: Auditório da Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes
Entrada é aberta ao público

João Pessoa recebe arte de Brasília


A exposição intitulada “Capital Digital” mostra um conjunto de obras de arte
e tecnologias na Estação Cabo Branco

“Capital Digital” é o título da nova exposição que será aberta na última sexta-feira (12), às 19h00, na Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes, localizado na Avenida João Cirillo Silva, no Altiplano Cabo Branco, em João Pessoa (PB). No dia da abertura haverá ainda performances teatrais. A exposição ficará no local até o dia 12 de agosto, com visitação aberta ao público.

A exposição consiste em um conjunto de obras de arte e tecnologia de importantes artistas da cidade de Brasília (DF). A exposição, interativa, será um espaço para que a sociedade possa experimentar a atualidade, favorecendo a reflexão sobre perspectivas para construção de um futuro melhor a partir das inovações da humanidade.

A arte produzida na cidade de Brasília é marcada, em parte, pelo entrelaçamento entre a ciência e as novas tecnologias, sendo amplamente reconhecida no cenário nacional e internacional. Parte do interesse dos artistas locais, no aspecto tecnológico da contemporaneidade, se dá, principalmente, pelo estímulo às investigações promovidas pelo Instituto de Artes (IDA), Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília (UnB), instituição federal de ensino superior pioneira na abertura do Programa de Pós-Graduação direcionado à Arte e Tecnologia. A imagem da arte é produzida pelos professores, alunos e egressos da UnB, e em grande parte, associada a inovação tecnológica, vanguarda e qualidade técnica.

As peças abordam com amplitude o universo das linguagens particulares à arte e tecnologia, abrangendo desde a videoarte, webarte, realidade virtual, vida artificial, arte genética, gamearte, instalações interativas, arte robótica até o universo da moda na criação de computadores visíveis.
Estarão expostas no local trabalhos de Suzete Venturelli, Geraldo Orthof, Bia Medeiros, Carlos Praude, Frank Nelly, Beatriz Salles, Eufrasio Prates, Maria Luiza Fragoso. Além das peças dos artistas e pesquisadores: Alexandra Caetano (CiberCinético), Buskati (Obra coletiva: Wjan, Cinara Barbosa, Antonio Francisco Moreira e Frank Nelly), Cecília Mori (Pequeno Encontro), Christus Nóbrega (Casa), Cinara Barbosa (barco pensamento), Camila Handan (Cybridart), Cleomar Rocha (José Rodolfo), Carrijo de Freitas(Atratores), Danilo Guimarães (Quem dirige Brasília?), Eufrásio Prates (ensaio @-temporal), Lavínnia Seabra (Marilyn Tech Black). E ainda pesquisadores associados como: Dan Eros Volusia, Soraia Silva, Luzirene Rego, Clarice Cabral e Alexandre Nas (Monummovimentum), Karina Dias (Janela I), Tiago Franklin (antiRBSfrequency), Leci Augusto (Jogo), Sheila Campello e Grupo Arteduca (Vivências poéticas e o espaço urbano). onheça alguns trabalhos:

SUZETE VENTURELLI - Teremos o Idance, um gamearte que apresenta o uso da música como meio de geração de gráficos computacionais artísticos capazes de reforçar no usuário o estímulo gerado, ampliando assim a experiência sensorial criada pela música. Além do software o sistema compreende um dispositivo com sensor de captação de movimento infravermelho, projeto multimídia e um espelho para a instalação do ambiente interativo de imagem e som em tempo real.

GERALDO ORTHOF - Mostrará em abibliotecadostripper uma videoinstalação inédita.

BIA MEDEIROS E GRUPO CORPOS INFORMÁTICOS - Realizará performance na inauguração em telepresença.

CARLOS PRAUDE - Apresentará Stratus em que as imagens podem ser apresentadas como simulação de nuvens ou como bandeirolas dispostas ao vento. O interator pode simular movimentos de vôo em um espaço 3-D, deslocando-se para as laterais, acima ou abaixo das imagens apresentadas. O interator pode alterar as configurações de cores do céu e do objeto apresentado (nuvens ou bandeirolas). O programa permite ao interator diversas experimentações por meio de mudanças nas configurações de zoom, velocidade de deslocamento, direção de vôo e volume das formas.

FRANK NELLY - Apresenta Chinelinbug, um jogo que faz uma alusão aos jogos de dança, que utilizam como interface o tapete de dança. O objetivo do game é “pisar” em pontos estratégicos do tapete para matar “baratas” que aparecem no monitor. O trabalho envolve um eficiente grau de incorporação na relação homem/máquina ao trabalhar com forte conteúdo de identificação.

BEATRIZ SALLES E EUFRASIO PRATES - Propõem com Visões Corporais, baseado no conceito de visonual de Servio Túlio Marin, propiciar a percepção visual através da cinestesia dos outros sentidos. Considerando que a cultura ocidental supervaloriza o sentido da visão, no momento em que este é suprimido, valorizando os demais, conseguimos enriquecer o nosso repertório de interação, seja ele com outras pessoas ou com a própria realidade física. O corpo como captador e decodificador de estímulos terá a finalidade de gerar impulsos para sentidos não tradicionais responsáveis por compor sinestesicamente a imagem visual. Tratam da sensibilização para a condição supostamente conhecida de pessoas com deficiência visual.]

MARIA LUIZA FRAGOSO - Mostra em dois trabalhos “ Eco-Urbe” e “tracaja-e.net” sobre arte e tecnologia GPS. O projeto tracajá-e.net é um exemplo de como se pode desenhar no ciberespaço. Este foi dividido em três etapas, sendo que a segunda foi a criação de um banco de dados composto de imagens digitais e registros em GPS. Naquele momento foi realizada uma viagem, de carro e de barco, pelas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, durante a qual foram registradas digitalmente, entre junho e novembro de 2002, imagens de 14 estados, mais de 250 cidades, 700 localidades e aproximadamente 20.000 km. Algumas dessas imagens foram publicadas no site do projeto (http://www.tracaja-e.net), no qual era alimentado o diário de bordo. Os dados eram enviados, via telefonia celular satélite, computador portátil e Internet para o servidor. Eco-Urbe é um trabalho artístico constituído a partir de dados digitais e exibido enquanto instalação multimídia. O banco de dados combina imagens fotográficas digitais, in loco e via satélite, com coordenadas de localização capturadas com GPS.

SERVIÇO:
Exposição CAPITAL DIGITAL – arte, ciência e tecnologia
Abertura dia 12 de junho (sexta-feira)
Local: Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Arte – Altiplano Cabo Branco
Até 12 de agosto

sábado, maio 30, 2009

Orquestra de Câmara faz nova apresentação na Estação Ciência


O concerto será neste domingo com entrada aberta ao público

Orquestra de Câmara da Cidade de João Pessoa realiza nova apresentação neste domingo (31), no auditório da Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes, localizado na Avenida João Cirillo Silva, s/n, Altiplano Cabo Branco. A entrada é aberta ao público e a apresentação será às 17h00.

O concerto da orquestra será regido pelo maestro Gustavo De Paco de Gea executado em cinco movimentos com apresentação dos instrumentos das famílias das cordas, dos metais, madeiras, percussão e teclado. A primeira peça a ser executada será uma suíte “Dom Quixote”, intitulada Largo/Alegro/Largo, de autoria de G. Telemann. No segundo momento apresenta uma peça popular de Ernesto Nazareth (Odeón) com execução dos instrumentos da família das madeiras. Na sequência apresentação dos instrumentos da família dos metais com a peça Fanfarra Olímpica de J. Williams.

Logo após acontece a apresentação da percussão com o galope, no estilo cantoria, de autoria de Guerra Peixe. Em seguida apresentação do teclado com execução das peças Cipó Branco (Cussy de Almeida), a música tema do Fantasma da Ópera (A. Webber), além de Hey Jude (Lennon e Mc Cartney), tema da missão impossível (L. Schiffin) e da seleção brasileira com xotes de Luiz Gonzaga.

O concerto na Estação tem o objetivo de proporcionar ao público, a cada dois meses, um momento de lazer e cultura com apresentação de uma orquestra, tocando música de qualidade, mostrando um repertório variado que vai desde o clássico até o popular para agradar a todas as gerações.

A orquestra - A Orquestra de Câmara da Cidade de João Pessoa (OCCJP) foi criada no ano de 2001, por iniciativa da Secretaria de Educação e Cultura do Município, com recursos provenientes da então Lei Viva Cultura, hoje Fundo Municipal de Cultura (FMC). Ela está vinculada à Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) e, mesmo tendo surgido há apenas seis anos, se estabelece como um espaço importante no processo de formação de instrumentistas. A OCCJP é composta por jovens com idade variando entre 16 e 25 anos de idade, e vêm desenvolvendo uma música de alto nível e cumprindo papel fundamental no fomento à cultura.

Durante todo o ano a orquestra realiza concertos dentro de projetos elaborados que tem o intuito de elevar o nível cultural dos paraibanos, a exemplo Concertos Didáticos, que contribui para proporcionar a elevação do nível cultural de professores e alunos da Rede Municipal de ensino, promovendo o acesso à música e despertando o interesse pela busca de uma educação musical. Tem ainda o Concerto da Estação, que leva um repertório que varia do clássico ao popular na Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes, uma vez no domingo, no auditório central aberto ao público.

Outro projeto desenvolvido pela orquestra são os Concertos Comemorativos, que rendem homenagem as datas comemorativas, a exemplo do Natal, Ano Novo, Semana Santa e Nossa Senhora das Neves. Além dos Concertos Oficiais, em que jovens músicos desenvolvem seus conhecimentos artísticos através de um repertório especialmente escolhido para tal fim e os Concertos Internacionais, que contam com a participação de regentes e solistas estrangeiros que tem o objetivo de proporcionar troca de experiências entre músicos.

A Orquestra de Câmara da Cidade de João Pessoa é um espaço da prática musical em conjunto contribuindo para a preparação artístico profissional de jovens músicos, que além de darem continuidade à formação musical, adquirem experiência para no futuro compor orquestras profissionais.


SERVIÇO: CONCERTO NA ESTAÇÃO – ORQUESTRA CÂMARA DA CIDADE DE JOÃO PESSOA
Entrada franca
Local: Auditório da Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes
Hora: 17h00
Repertório: Clássico e Popular
Informações: 3214.8303
Av. João Cirillo Silva, S/N – Altiplano Cabo Branco - João Pessoa – Paraíba - CEP: 58.046-010
Contatos: (83) 3214.8303 / 8802-3255 / e-mail: fabath-ecartes@joaopessoa.pb.gov.br

sexta-feira, março 13, 2009

Produtores de cinema dispõem agora de assessoria de imprensa gratuita


Os produtores de cinema independentes do Brasil agora podem contar com uma assessoria de imprensa para divulgação de seus trabalhos gratuitamente. Trata-se da Ólhus Filmes que criou um portal na internet especializado na divulgação das produções audiovisuais que se encontram em andamento no país.

Anualmente são produzidos novos filmes no mercado brasileiro, no entanto, muitos contam com pouco orçamento para realizar uma boa divulgação e saem rapidamente do mercado devido a pouca frequência de público e encerram sua carreira nas telas de forma prematura, uma vez que para os exibidores priorizam os filmes mais rentáveis.

O portal Ólhuz Filmes está hospedado no endereço eletrônico www. Olhuzfilmes.com.br. Lá o produtor vai encontrar formas de como criar uma página na internet para seu filme em produção, seja curta, média ou longa-metragem, quando ainda está na fase de projeto. Através de uma área de trabalho exclusiva terá a possibilidade de alterar sempre que quiser as informações, anunciando a entrada de um ator no elenco, a adesão de um patrocinador ao projeto, mudando os estágios da produção, inserindo releases e fotos, divulgando toda a história do filme até a sua fase de pré-lançamento.

Toda nova notícia inserida imediatamente entra na página principal do portal e é disparada por newsletter semanal para mais de três mil endereços eletrônicos da mídia especializada, produtores, distribuidores e exibidores cinematográficos.

A idéia é acompanhar o dia-a-dia do que acontece nos bastidores do cinema nacional, colaborar com a divulgação das produções independentes, cimentar a articulação entre os diversos segmentos do mercado e mapear a fertilidade das novas produções brasileiras.

O produtor que já possui site na internet e não deseja colocar o seu filme no portal pode se valer somente dos serviços de distribuição de notícias. Para isso, basta criar um login e senha e inserir o release sobre a sua produção.

Federal e Não se pode viver sem amor


Um dos filmes que está na página e se encontra em fase de finalização é “Federal”, dirigido por Erik de Castro, produção de Christian de Castro, fotografia de Cezar Moraes e roteiro de roteiro: Érico Beduschi, Erik de Castro e Heber Moura. O filme conta a história de um perigoso traficante se instala em Brasília, capital federal. Para pegá-lo, a polícia fará o que for preciso. Entre os dois lados, uma população assustada.

No elenco estão os atores: Carlos Alberto Riccelli, Selton Mello, Eduardo Dussek, Christovam Neto, Cesário Augusto e Solange Barros. 'Federal' é um filme que através do conflito polícia / traficantes mostra a realidade de um país que hoje é, não só uma importante rota para o narcotráfico internacional (maior indústria capitalista do mundo), como também um dos maiores consumidores de drogas do planeta.

Outro que está em processo de produção é “Não se pode viver sem amor”, do diretor Jorge Durán. O filme conta a história de um grupo de pessoas que se encontram no dia 23 de dezembro, em clima de Natal, em São Paulo. A produção é de El Desierto Filmes, Jorge Durán e Gabriel Duran, co-produção de Cacá Diegues e traz no elenco o ator Caio Blat.


Adriana Crisanto
Repórter
adrianacrisanto@gmail.com
adrianacrisanto.pb@diariosassociados.com.br
Fotos: Divulgação.

Artesão paraibano expõe no Rio de Janeiro


O artista popular paraibano, Maritônio Sousa Portela, inaugura nesta quinta-feira (12), na Sala do Artista Popular do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular do Ministério da Cultura, no Rio de Janeiro (RJ).

A exposição reúne trabalhos de ex-voto rústico ao anjo barroco. São esculturas em madeira retratando ex-votos e anjos de inspiração barroca, que mostra a observação de um artista que aprendeu o ofício sozinho, usando apenas sua intuição e observação.

Maritônio Sousa Portela é natural do município de Livramento, interior da Paraíba, e residente em Nova Iguaçu (RJ). Aprendeu a arte com o avô e sonhava em um dia ser capaz de fazer uma peça igual as que ele produzia . Começou a esculpir aos 10 anos de idade, inspirado nas peças do avô, e desde então não parou.

A primeira peça que esculpiu foi uma imagem de Nossa Senhora do Livramento, padroeira de sua cidade. Aos 13 anos, fez para a capela do sítio em que morava uma Nossa Senhora das Graças. Ele estudou apenas até o segundo ano do ensino médio, e, no curso primário, ganhava livros de arte com trabalhos de Mestre Vitalino e Aleijadinho, que influenciaram seu trabalho. Aos 15, 16 anos, nas excursões da escola, em vez de ir para as praias, visitava mosteiros e igrejas. Visitava sempre o Convento de São Francisco, no histórico da Capital em João Pessoa (PB), e ficava admirando as imagens barrocas. Sua escolha pela arte sacra foi influenciada decisivamente pela religiosidade da avó, que morreu rezando, aos 103 anos.

Pode-se dizer que a arte de Maritônio Portela é primitiva, especializada em madeira. O material sempre vem da natureza. Em poucos minutos galhos e tábuas vão sendo talhadas, ganhando formas sacras, humanas e animais com sentimentos que vem da alma.

A criatividade Maritônio não fica apenas nisto. Ele também modela obras sobre vegetais mortos, a fim de provar que a arte, da mesma forma que resgata a vida, também enfeita a morte. É de sua autoria uma árvore esculpida (Algarobeira) existente na entrada de Livramento, a cidade onde mora, no Cariri Ocidental da Paraíba, a 286 quilômetros da Capital.

O único instrumento que utiliza para esculpir seus trabalhos é uma pequena serra elétrica, usada para cortar a madeira no tamanho certo das esculturas. O restante dos detalhes é feito no cinzel, como ajuda do escope e do formão. Em alguns momentos ele utiliza um quicé, faquinhas amoladas utilizadas por sapateiros.

Apesar de já ter tentado esculpir em pedra é a madeira em que mais sua arte sobressai. A madeira imburana do Cariri é resistente. Quando recém-cortada, apresenta-se com o cerne macio, de talhe fácil. O serviço do escultor, nesta ocasião, é facilitado. Após levar alguns dias de sol, a imburana endurece o miolo. Então, é vez a de amolar bem o equipamento, para diminuir o esforço do artesão. O esforço também é redobrado para evitar talhes desnecessários. Quando ocorre um escorregão da mão, surgem duas opções: jogar a peça fora ou modificar a expressão da escultura. Geralmente, a primeira alternativa é a escolhida.

Adriana Crisanto
Repórter
adrianacrisanto@gmail.com
adrianacrisanto.pb@diariosassociados.com.br
Fotos: Divulgação do Minc.

Projeto "Livraria de Montaigne" de professor da UFPB representará a Paraíba no "Ano da França no Brasil"


O projeto “Livraria de Montaigne” idealizado pelo professor de literatura francesa da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), José Alexandrino de Souza Filho, irá representar o Estado da Paraíba no “Ano da França no Brasil”. O projeto foi chancelado, entre os 650 inscritos, pelo comitê organizador e fará parte da programação oficial do evento previsto para acontecer entre 21 de abril a 15 de novembro de 2009 em vários Estados do país.

A Livraria de Montaigne consiste em uma reprodução da torre de seis metros de altura, três de diâmetro e oito de circunferência, contendo, em seu interior, a livraria do escritor e filósofo francês Michel de Montaigne (1533-1592), cujo teto está exposto à leitura e reflexão as frases originais, em grego e latim, devidamente traduzidas em português e francês (línguas oficiais do projeto). Todas elas ainda hoje podem ser observadas na "livraria" original de Montaigne que fica próximo à cidade de Bordeaux (França).

O ambiente reproduzido na exposição é um lugar de estudos, reflexão e criação único na história da literatura. Foi lá que o escritor escreveu os Ensaios, um conjunto de três livros que inaugura uma forma moderna de expressão do pensamento, o ensaio, a livre reflexão sobre qualquer assunto. Montaigne, ao que se sabe, foi um dos "inventores" do "mito do bom selvagem", ou seja, a idealização do homem natural visto como um ser naturalmente virtuoso relativamente ao europeu "civilizado". O modelo do escritor foram os índios brasileiros dos quais ele faz o elogio no ensaio chamado "Dos canibais", do qual o projeto deu destaque especial.

A exposição foi inicialmente montada dentro da Biblioteca Central, campus I, da UFPB, com o objetivo de divulgar a obra e o pensamento do escritor em articulação com a história do Brasil. “O interesse em reproduzir a biblioteca de Montaigne se deve à sua própria singularidade, pois nela o autor mandou escrever no teto diversas frases colhidas de suas vastas leituras humanistas”, explicou o professor José Alexandrino.

A idéia do projeto surgiu quando foi ministrar uma disciplina no curso de especialização em língua e literatura francesa na UFPB e resolveu aprofundar os autores do século 16. O curso era sobre dois autores, em prosa, e um deles foi Montaigne. O resultado foi uma coletânea de trabalhos escrita pelos alunos e publicada pelo Centro de Ciências, Letras e Artes (CCHLA), em janeiro de 1997, todo em francês, com ilustrações da época. Em seguida, os professores do Departamento de Letras foram convidados a fazer um mural dos escritores de sua preferência. Foi quando sugeriu o escritor Montaigne. “Como tinha conhecido a livraria dele na França decidi fazer uma réplica da livraria. Foi um ano de trabalho intenso”, disse.

O Projeto contou na época com o apoio da Embaixada da França no Brasil, Governo do Estado, Prefeitura e empresas privadas paraibanas. Em 2007, foi inaugurada a segunda versão do projeto, com acréscimo de novos elementos e painéis. Foi também lançado na ocasião o livro “Um passeio ao universo do escritor francês Michel de Montaigne” (Editora Universitária), de autoria do idealizador do projeto. Nesta última fase, o projeto contou com o apoio financeiro do CNPq.
“Fiquei muito surpreso com o chancelamento do projeto, uma vez que concorri com projetos do país inteiro”, comentou o professor José Alexandrino de Souza que precisa de apoio e recursos para levar o projeto ao evento em abril deste ano.

Ano da França no Brasil


Depois do Ano do Brasil na França, realizado em 2005, haverá agora o inverso, “Ano da França no Brasil”, que acontecerá entre 21 de abril a 15 de novembro de 2009 em várias Capitais brasileiras. A Paraíba está incluída em vários eventos, um deles receberá o nome de “Intercâmbio cultural: o país occitano e a cultura nordestina”, que acontecerá, no período de 8 a 28 junho, nas cidades de Recife e Olinda (PE), João Pessoa e Campina Grande (PB) e Brasília (DF).

O evento será promovido pela “Association CORDEA/ Groupe musical La Talvera - Cordes sur Ciel e Kitchen Produções Artísticas S/C”, o objetivo do espetáculo é fazer com que o público brasileiro descubra a cultura occitana e suas relações históricas com a cultura nordestina. Concertos de Silvério Pessoa e músicas e danças tradicionais, conferências e exposições fotográficas.

A iniciativa de realizar um evento inverso “Ano da França no Brasil” é de proporcionar à França a oportunidade de apresentar, em várias regiões brasileiras, as diferentes formas de sua cultura.

A proposta foi denominada de França.br está sendo operacionalizada, através de projetos propostos por franceses e brasileiros, que serão gerenciados e analisados pelo Comissariados da França e do Brasil. Os projetos enviados dentro programação do evento tem três eixos de ação: França Hoje, que consiste na criação artística, inovação tecnológica, pesquisa científica, debate de idéias, dinamismo econômico; França Diversa, que diz respeito a diversidade da sociedade francesa, de saberes e regional (regiões da França metropolitana e ultramar) e França Aberta, em que busca parcerias franco-brasileiras que devem inspirar os projetos, parcerias franco-brasileiras com outros países do mundo (África, Caribe, América Latina) e debates sobre os grandes temas da globalização. Maiores informações sobre o “Ano da França no Brasil”, acesse o site do França.br 2009: www.cultura.gov.br/franca_br2009.

Adriana Crisanto
Repórter
adrianacrisanto@gmail.com
adrianacrisanto.pb@diariosassociados.com.br
Fotos: Anísio Henriques (Jornal O Norte).

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Discutindo a Educação



Três grandes eventos de educação acontecem Capital no período de 3 a 6 março. Trata-se do I Encontro Paraibano de Gênero e Diversidade na Escola, II Seminário Paraibano de Prevenção à Violência na Escola e do I Colóquio Paraibano de Estudos de Gênero Os eventos simultâneos acontecem na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, localizado no Altiplano Cabo Branco.

As inscrições custam R$ 100,00 (profissionais), R$ 60,00 (estudantes), incluído almoço, e pode ser realizada no Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba (CE/UFPB), Campus I, em João Pessoa (PB) ou na internet, através do endereço eletrônico http://www.edutransversal.pro.br/epeg/inscricoes com depósito em conta corrente no Banco do Brasil 7.901-4, agência: 4636-1.

No credenciamento on line é necessário enviar a ficha de inscrição e o comprovante do pagamento da inscrição escaneado (Jpeg ou Pdf). No caso das inscrições com relato de experiência o comprovante deve ser enviado para o email: comtrabalho@edutransversal.pro.br. No caso das inscrições sem relato de experiência deve ser enviado para o email semtrabalho@edutransversal.pro.br.

Haverá ainda a opção pelo credenciamento presencial. A comprovação poderá ser feita presencialmente, no ato do credenciamento, na Estação Cabo Branco, com cópia ou original do comprovante de depósito.

Os eventos acontecem no mesmo período em que tem início as atividades escolares e tem o objetivo é trocar idéias e experiências voltadas para a construção de políticas públicas, de conhecimento científico e práticas pedagógicas dirigidas pelo princípio da equidade de gênero e do respeito às diversidades que nos fazem todos iguais.

O Seminário, o Colóquio e o Encontro estão sendo realizados em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Centro de Educação (CE/UFPB), Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Ação sobre Mulher e Relações de Sexo e Gênero/NIPAM, Grupo de Pesquisa Currículo Transversal nas Interseções Escola Família e Comunidade e na Prática Docente do Programa de Pós-Graduação em Educação/PPGE. Com apoio da Secretaria de Educação e Cultura, Coordenadoria de Políticas para Mulheres, Prefeitura Municipal de João Pessoa, e se destina a professores (as), educadores (as) populares, estudantes, pesquisadoras (es), militantes feministas e GLBT, público em geral.

A programação constará de conferência, mesas-redondas, rodas de diálogo, exibição de vídeos, comunicações de pesquisa e relatos de experiências. A solenidade de abertura será às 19h00, no auditório do Estação Ciência. A partir das 19h45 o Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do (MEC), André Luiz F. Lázaro abre os trabalhos com o lançamento do Curso Gênero e Diversidade na Escola. Logo após, às 20h15, haverá apresentação da Biblioteca Digital de Materiais Educativos sobre Corpo, Gênero e Sexualidade com a professora Gorete Figueiredo (UFPB). Em seguida, às 20h30, tem início a conferência Mulher, Educação, Ciência e Cultura, com a conferencista Elisabete Pereira, representante do SPM/Governo Federal.

A primeira mesa redonda do Encontro discutirá sobre Gênero, educação e violências na escola e será coordenada por Fernando Andrade (CE/UFPB) e contará com a presença da Vice-coordenadora do GT 23 – Gênero, Sexualidade e Educação da ANPED), Constantina Xavier (UFMS), Rogério Junqueira (INEP) e Valquiria Alencar (Centro da Mulher 8 de Março), no dia 4 de março, de 9h00 às 12h00, na Sala de Convenções 1

No mesmo dia, na Sala de Convenções 2, também pela manhã, haverá uma Roda de Diálogo sobre Gênero, participação política e políticas públicas com a presença de Cristina Buarque (SPPM/PE), Douraci Vieira dos Santos (CPPM/PMJP), Estelizabel B. Sousa (SEPLAN/PMJP), Glória Rabay (CCHLA/UFPB) e terá como convidadas as deputadas estaduais: Francisca Motta, Iraê Lucena, Socorro Marques e Olenka Maranhão e as vereadoras: Sandra Marrocos, Raissa Lacerda, Eliza Virgínia, Fátima Marreiro (CCHLA/UFPB).

Na sala de audiovisual, também pela manhã, haverá a exibição dos vídeos: Relações de gênero na educação infantil (UFPB Virtual, Curso de Pedagogia, Educação Infantil, 23 minutos), Daphne e Rafael: o futuro do gênero (UTV - Sociedade de Televisão das Universidades do Rio de Janeiro, 35 minutos), Escola que protege (Governo Federal, 15 minutos), Trabalho de quem (NIPAM/UFPB, Centro da Mulher 8 de Março, 18 minutos) sob a coordenação da professora Eliana Ismael (UFPE).

No dia 5 de março, 9h00 às 12h00, acontecerá a segunda mesa redonda que discutirá sobre Gênero, educação e sexualidades com a professora Claudia Ribeiro (UFLA), Rosângela Araújo (PPCS-UFPB/Doutoranda), Lígia Luís de Freitas (CPPM/PMJP) e Maria Eulina Carvalho (CE/UFPB) (Coordenadora).

A terceira mesa redonda discutirá sobre Gênero, saúde e direitos reprodutivos co ma professora Dagmar Estermann Meyer (GEERGE-UFRGS, GT 23-ANPED), Idalina Maria Freitas Lima Santiago (UEPB), Stela Queiroga (BEMFAM), Rosana de Lucena (Rede Feminista de Saúde, Gerência de Saúde da Mulher/SMS/PMJP) e Ana Elvira Steinbach Silva Raposo (CE/UFPB).

A quarta mesa do dia 5 de março tratará sobre Gênero, etnia e identidade e contará com a presença das professoras: Ivonildes Fonseca (UEPB), Solange Rocha (CCHLA/UFPB), Ana Paula Romão (Doutoranda-PPGE/CE/UFPB), Alba Cleide Calado Wanderley (Doutoranda-PPGE/CE/UFPB) e Marilia Domingos (CE/UFPB).

Neste mesmo dia, na sala de audivisual, haverá exibição dos vídeos: Coragem Mulher (UFPB, 20 minutos), Um sonho impossível? (Video Escola, 9 minutos), Minha vida de João (Instituto Promundo, 20 minutos), Medo de quê? (Instituto Promundo, 10 minutos), Pra que time ele joga? (Governo Federal, 15 minutos), Homens (Lucia Caus e Bertrand Lira, 21 minutos), sob a coordenação do professor do curso de Jornalismo Bertrand Lira (CCHLA/UFPB).

COLÓQUIO DE ESTUDOS DE GÊNERO

O Colóquio de Estudos de Gênero terá início no dia 6 de março pela manhã e será coordenado pela professora do curso de Jornalismo da UFPB, Glória Rabay (NIPAM/UFPB), em que apresentará um mapa da produção acadêmica no Estado da Paraíba a partir do I Seminário Nacional Gênero e Práticas Culturais 2007. Contará ainda com as presenças dos professores Charliton Machado e Maria Lúcia da Silva Nunes (PPGE/CE/UFPB).

A finalidade deste Colóquio é apresentar pesquisas em andamento sobre a temática no Estado da Paraíba; estimular parcerias/colaborações e articular uma rede de estudiosas da temática; construir um catálogo de estudos e pesquisas em gêneros realizados no Estado.

Os inscritos no colóquio terão tempo (definido em função do número de inscritos) para se apresentarem e aos seus principais trabalhos passados e presentes pertinentes à temática.

Ainda no dia 6 de março, no turno da tarde, acontecerá a segunda roda de diálogos que debaterá sobre a “Diversidade sexual na escola”. Haverá exibição do filme de curta-metragem: Amanda e Monik (André Costa Pinto, 18 minutos) e contará com a participação de André Costa Pinto (Cineasta), Amanda Costa (Secretária de Cultura de Barra de São Miguel), Sílvio Gomes (participante do filme), Monik (participante do filme), Rogério Junqueira (INEP), Fernando Andrade (CE/UFPB), Fernanda Benvenutti (ASTRAPA), Adneuse Targino (Grupo Maria Quitéria), Luciano Bezerra Vieira (Movimento do Espírito Lilás – MEL) e Alcemir Freire (Movimento do Espírito Lilás – Mel, Estudante de Pedagogia/UFPB).

Adriana Crisanto
Repórter
adrianacrisanto.pb@diariosassociados.com.br
adrianacrisanto@gmail.com
Fotos: Divulgação