Vanessa da Mata | Dia de Iemanjá
Dia 2 de fevereiro, quarta-feira, 21h. Abertura da Casa: 19h30
Fonte: Revista de Cultura de Ricardo Bello
Vanessa da Mata | Dia de Iemanjá
Dia 2 de fevereiro, quarta-feira, 21h. Abertura da Casa: 19h30
Fonte: Revista de Cultura de Ricardo Bello
Com texto do professor, ator e diretor paraibano Everaldo Vasconcelos dará início neste sábado (8), a partir das 17h, no Teatro do Sesc, em Goiânia Pernambuco, o espetáculo "Formigas Bebem Absinto no Armazém do Caos", produzido pela Companhia Oxente de Teatro.
Formigas Bebem Absinto no Armazém do Caos é um espetáculo que fala de questões essenciais do Brasil contemporâneo, por meio de experiências de um grupo de teatro em uma noite de ensaio. A Companhia Oxente de Teatro foi fundada no município de Alagoa Grande (PB), no dia 17 de agosto de 1983 e desenvolve um processo de trabalho fundamentado na investigação do universo regional nordestino. Desde que foi criado se apresentou em festivais de teatro obtendo êxito da crítica e do público.
O espetáculo é dirigido e encenado por José Manoel Sobrinho. Direção de Arte de Tainá Macedo. Assistente de Direção de Arte – Tina Medeiros. Direção Musical de Samuel Lira. Músicas de Genário Dunas e Misael Batista. Improvisação Corporal – Larissa Santana. Designer de Luz, Operação de iluminação, Técnico e Operador de Audiovisual – Bruno Vinelli. Confecção de Luminárias Cênicas – Diego Nogueira. Tem no elenco: Anderson Lima – Eduardo/Dudu; Antônio Deol – Zé Rodolfo; Larissa Santana – Luiza; José Maciel – Vagabundos/Aristóteles; Margarida Santos – Mara; Mônica Macedo – Raiz; Emmanuel Vasconcelos – (o filho) e Baixista.
O Bar Café da Usina, em Tambiá, estará nesta sexta-feira (7) reabrindo suas portas a partir das 21h. A atração do dia será o trio de forró Arrumadinho e no dia 8 de janeiro, sábado, para quem gosta do bom e velho rock tem a Beatles Tribute Band. Vale lembrar que o Café agora está com nova administração, depois da saída do músico Rivaldo Dias, hoje na Funjope, quem está a frente é outro grande músico local, o violonista André Correia.
O espaço passa a contar com a produção musical de outro músico, Allan Pessoa, que organizou para Janeiro uma vasta programação. Confira abaixo a agenda de Janeiro do Bar Café da Usina:
Dia 7 - Forró Arrumadinho
Dia 8 - Beatles Tribute Band
Dia 13 - Jazz de Quinta
Dia 14 - Marcella Maul
Dia 15 - Tiago Valério
Dia 20 - Kalm Jazz Trio
Dia 21 - Tony Silva
Dia 22 - Severino Ayres
Dia 28 - Rafael Chaves Trio
Dia 29 - Allan & Os Personas
A programação do Café também pode ser conferida diariamente nos perfis da internet: @cafedausina e @usinaenergisa
Para quem está em João Pessoa de férias a pedida deste sábado (8), 16h, no espaço de arte do Hotel Globo, no Varadouro, é ir assistir o sarau poético "A poesia no pôr do sol", organizado pelo selo Literatura Feminina, em parceria com o Sarau das Pretas de Natal, no Rio Grande do Norte. E de quebra prestigiar o belo espetáculo do pôr do sol no Rio Sanhauá, um braço do Rio Paraíba.
O evento é o primeiro do ano e consiste em um intercambio cultural entre Paraíba e Rio Grande do Norte. Contando com Artane Inarde (Belo Horizonte/MG-Natal/RN); Jeovânia P. (Bayeux/PB-Natal/RN); Helena Monteiro (São Gonçalo do Amarante/RN); Rejane Sousza (Nísia Floresta/RN) e Rosangela Nascimento (Pipa/RN). De Natal/RN participará Eva Potiguar, Idyane França, e João da Rua. E de João Pessoa/PB teremos a presença de Bianca Rufino, Anna Apolinário, Jennifer Trajano, Débora Gil Pantaleão, Rose Pereira, Suênia Amani, e Nara Santos.
Será sem dúvida um encontro de poetisas e poetas contemporâneos e ao mesmo tempo uma celebração a arte. A entrada é gratuita.
Os músicos da Banda 5 de Agosto, patrimônio cultural da cidade de João Pessoa, recebeu o comunicado no final da tarde de ontem, segunda-feira (27), que estariam exonerados, dentre estes os mais antigos da banda. Em seus 57 anos de história a banda perde músicos renomados de seu quadro e gera na área cultural uma verdadeira indignação.
O atual diretor executivo da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), Marcus Alves, confirmou o afastamento dos músicos, que já não haviam recebido seus salários neste mês de dezembro. A Funjope é o órgão responsável por administrar a Banda 5 de Agosto e a Orquestra Sinfônica do Município de João Pessoa. De acordo Marcus Alves, a decisão foi tomada com o intuito de cumprir o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). A banda, segundo ele, vai permanecer, mas, com um número reduzido de músicos. “Estamos apenas cumprindo uma determinação do MP após TAC assinada pelo ex-prefeito Luciano Cartaxo. Mantemos 25 músicos na banda 5 de agosto. E vamos aguardar parecer do MP para mantermos os demais músicos, assim como outros servidores da Funjope. Tudo feito com tranquilidade e orientação jurídica. Isso ocorreu em várias secretarias da administração, pois o TAC assinado pelo Cartaxo era para todos”, disse Marcus Alves.
Este termo TAC consiste em um acordo que é realizado entre os gestores públicos e o Ministério Público, com o objetivo de proteger direitos de caráter coletivo. Trata-se de um título executivo extrajudicial, que contém pelo menos uma obrigação de fazer (ou de não fazer). A finalidade é impedir a continuidade de uma situação de ilegalidade e assim evitar uma ação judicial.
Como se faz no bom e velho jornalismo ético eu tentei desde ontem o dia inteiro falar com alguns músicos da Banda 5 Agosto, mas, todos eles tem medo de represálias, medo de ser penalizado, medo de perder o único sustento que tem, sim porque ainda existe a promessa de que irão ser recontratados, mas não vão, muitos não irão mesmo, porque essa é a lógica do mercado político e das instituições públicas que fazem essas higienizações de tempos em tempos. É cruel, maltrata e desgasta a saúde das pessoas. E quem acha que esse tipo de coisa é relativo e normal isso nunca será normal, pois não se relativiza a vida humana de quem realmente necessita, de quem trabalhou uma vida inteira prestando serviço a uma instituição pública calado, sofrendo todo tipo de pressão psicológica e muitas vezes assédio moral.
Para quem não sabe ou desconhece a riqueza cultural de nossa cidade fica sabendo que a Banda 5 Agosto nasceu maio de 1964 e funcionava extraoficialmente até 20 de outubro do mesmo ano, quando o então prefeito da época, Domingos Mendonça Neto, sancionou a Lei nº 620, institucionalizando-a com este nome em homenagem à fundação da capital paraibana. Daí me vem na cabeça um primeiro questionamento que faço aos advogados e entendidos no assunto: Pode um órgão criado por lei sem findado? Pode a administração pública ter esse tipo de conduta? Ou seja, exonerar os músicos sem pagar os salários pelo tempo trabalhado?
Se o intuito do TAC é impedir uma situação de ilegalidade que a banda tinha, o que dizer então da Orquestra do Município que foi criada para ter um número x de músicos e hoje tem 70 músicos prestadores de serviço. Serão estes também exonerados?
Do ponto de vista musical todos sabem que uma boa banda de música clássica e uma orquestra perde muito em qualidade quando não se tem o número de músicos adequados e necessários. O som sai ruim, um músico que tocava flauta transversal é substituído por um teclado eletrônico e isso muda muito na sonoridade, nem precisa ser músico para saber, basta apenas gostar de escutar música. Sem falar que músico também adoece, pega dengue, covid, catapora, sarampo e gripa. Na falta de um precisa-se substituir por outro.
Esse tipo de higienização que sempre fazem nas orquestras e bandas de música públicas vez por outra acaba desprezando um pouco a história das bandas e grupos, história dos próprios músicos que faziam ou fazem parte do corpo até então. E isso não por uma atitude de gestão política simplesmente arbitrária. Mas, porque aquelas, as legislações e acordos não permitem que um músico/servidor possa permanecer por muito tempo dentro de uma instituição prestando serviço. E em se falando em áreas como música e comunicação são casos excepcionais em que nada é levado em consideração pelos tais TAC´s e PAC´s da vida. Aliás, os órgãos públicos fazem concurso para todas as áreas, mas a de música, comunicação e artes são sempre esquecidas, porque pode-se terceirizar ou mesmo “jogar milho para os pombos”. Porque é mais fácil colocar um amigo eleitor da cultura qualificado que executa bem seu trabalho no lugar de um babão de primeira linha. Daí eu pergunto novamente: Cadê o tal TAC que é coletivo?
A Banda 5 de Agosto quando foi criada tinha um número x de músico, já teve 52, 54 músicos e estava se sustentando com 50 músicos e mais um regente oficial, um assistente e um arquivista. Desde que foi criada era regida pelo maestro e fundador, Adelson Machado, e tendo como regente adjunto o maestro Rogério Borges, mestre em Educação Musical, ou seja, é conduzida por pessoas com grande profissionalismo musical.
A banda se apresenta nos principais eventos promovidos pela PMJP executando um repertório que vai do clássico ao popular, com marchinhas, valsas, maxixes, baiões, frevos, dobrados e outros ritmos. Quando os gestores querem eles vão tocar o hino da Paraíba e do Brasil nas solenidades políticas. Em sua trajetória, a Banda 5 de Agosto tocou com vários artistas de renome, como o maestro Wagner Tiso (com quem gravou um DVD), Valmir Vieira (Tubista do Sexteto Brasil), Heleno Feitosa (Costinha), JPSax, e o maestro Duda do Recife, considerado um dos melhores arranjadores do século XX, desenvolveu trabalho com compositores e intérpretes do Nordeste, sempre divulgando os artistas da terra.
É lamentável que fatos assim ainda estejam acontecendo e sendo colocado a culpa na pandemia do Covid-19 ou no cumprimento do tal TAC do MP, quando muitas vezes é apenas um problema de administração pública, com secretarias inchadas de políticos e politiqueiros no controle de suas cúpulas. Ou mesmo na ausência de Política Públicas de Cultura, que dê direito as pessoas produzirem sua arte, sua cultura, sem falar que elas ajudam o Estado, um município a não perder sua identidade e história.
O primeiro dia do ano começa com música nova e de qualidade nas
plataformas digitais da globosfera. Trata-se do novo trabalho do músico
paraibano, Júnior Cordeiro, “Infinito Migrar”, o oitavo da carreira do artista
que abriu as asas para voar neste tempo pós-pandemia. O álbum estará
disponível, a partir de meia noite do dia Internacional da Paz,
coincidentemente o dia do aniversário de 40 anos do artista, com treze músicas.
O trabalho autoral foi produzido em sete meses, no MF Estúdio, em Campina
Grande (PB). A direção musical da obra é do próprio artista, que divide também
a produção musical com Moisés Freire. Acompanham Cordeiro neste migrar os
músicos da sua banda: Giordano Frag (guitarras), Kamillo Lima (Bateria), Moisés
Freire (violas), Max Dias (Baixo), Cris Lima (Teclados), Sandrinho Dupan
(Percussões). Houve também a participação especial de renomados músicos da cena
paraibana.
Neste trabalho o compositor faz referência aos movimentos migratórios da
humanidade, sobretudo os que culminaram com a formação cultural do Nordeste
brasileiro. “Os caminhos da natureza dos povos migrantes, dos caminhadores que
se destinaram a desbravar as lonjuras do planeta, deixando para trás saudades e
memórias, mas levando vontades e sonhos”, segundo Júnior Cordeiro, movem o
discurso principal do disco.
Em “Infinito Migrar” além de sua pegada tradicional hard rock, blues,
progressivo e psicodélico, ele aborda com mais profundidade uma sonoridade
mourisca com sons que remetem à musicalidade árabe com cítaras, darbuka, reqs e
dafs que se fundem de forma harmoniosa com ritmos como baião, aboio e os
tambores do maracatu.
De todos os instrumentos, o que ele usa para trazer essa musicalidade é o
derbak, ou darbuka, e a tabla. A viola nordestina faz a vez da entrada da cítara
árabe, que evidencia esse lado mourisco. “Faz tempo que venho pesquisando sobre
isso e esse disco é essencialmente a ancestralidade de culturas, a herança deixada
pelas etnias e ancestralidade do povo brasileiro”, relatou Júnior. Quanto ao processo
de composição, Júnior Cordeiro compõe e arranja no seu violão e depois vai
mesclando e dando sentido ao seu fazer musical, junto com sua banda, nas
gravações.
O oitavo álbum remete ao “oito infinito” do ir e vir que nunca acaba, do
estar sempre indo ou voltando, embarcando e desembarcando nos lugares de forma
física ou não. O álbum, assim como os outros, trazem citações filosóficas e
literárias bem características do poeta e professor Júnior Cordeiro. O disco Infinito
Migrar, assim como o seu anterior, o #CâmaraEco, deve sair também numa edição
luxuosa de LP vinil 180, ainda no primeiro semestre de 2022.
Sobre
o artista – Júnior Cordeiro começou na música ainda adolescente. No curso
de história da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) teve contato com a
literatura nordestina com autores como: José Lins do Rego, Ariano Suassuna e
Câmara Cascudo. Daí dava início a seu interesse pela cultura regional e pelos
cantadores de viola nordestina, que acabou sendo fruto de sua pesquisa de final
de curso.
Júnior Cordeiro possui oito discos
gravados: Carrascais (2006), O Lago Misterioso (2011), Capa Preta (2013),
Sonhos, Sertão & Loucura (2016), Céu, Hades & Outros Porvires (2018),
Vênus Philipeia (2019), #CâmaraEco (2021) e Infinito Migrar (2022). Música
conceitual e autoral de primeira linha no disco Carrascais, Júnior enfoca sua
temática na absurdidade imagética das letras e nas críticas violentas à
indústria cultural, manipuladora e interessada. No trabalho O Lago Misterioso,
o músico se direciona bem mais ao Nordeste mítico e à tradição oral do seu
povo, fazendo também referências à herança ibérica e moura do sertão
nordestino. Temas que envolvem o realismo fantástico também são encontrados no
trabalho de Júnior Cordeiro. É comum, em seus shows, Júnior Cordeiro incorporar
o “Homem da Cobra”, personagem itinerante típico das feiras nordestinas,
fazendo alusão a uma de suas canções do álbum O Lago Misterioso.
No ano de 2013 ele lança “Capa Preta”.
O trabalho é um mergulho no universo da magia e da feitiçaria popular. Tem como
pano de fundo o livro da Capa Preta, de São Cipriano. Júnior aborda temáticas
mais complexas como ocultismo e misticismo, e faz referências vários tipos de
magia, desde a antiguidade até os tempos atuais. Cria um novo personagem: O
Bruxo do Cariri Velho. Trechos em latim são encontrados nas letras do disco,
que se revela como um minucioso trabalho sobre crença e religiosidade popular. Neste
disco o som é mais pesado e viajante em relação aos trabalhos anteriores.
Em março de 2014, no Teatro Municipal Severino Cabral, em Campina
Grande-PB, Júnior Cordeiro grava seu primeiro DVD, intitulado “Capa Preta”,
reunindo canções dos três primeiros discos do artista. No ano de 2016, lança “Sonhos,
Sertão & Loucura”, em que reúne postulações teóricas e populares sobre o
universo da loucura e do onirismo, onde também apresenta o sertão mítico e
encantado, tão abordado pelo autor em toda sua obra. A obra conserva o som
pesado e psicodélico de Júnior em harmonia com os gêneros tradicionais de
música do Nordeste.
O disco “Céu, Hades e outros
Porvires” sai em 2018 e consiste em uma imersão sonora no rock progressivo, com
longas suítes e temas complexos, que se referem à teogonia, à teosofia, à
metafísica e a existência humana. Em 2019, lança “Vênus Philipeia”, sexto disco
do poeta paraibano. Nele o músico envereda por temas eróticos e mitológicos,
ligados à capital paraibana, João Pessoa.
O disco #CâmaraEco saiu em 2021 e o
título traz o sinal de cerquila (#) de forma proposital, como ironia do artista
em relação à total virtualização das ações humanas atuais. É uma obra toda
voltada para a verificação da pós-modernidade líquida e globalizante, com
claras influências de autores como Sygmunt Bauman. Desta vez, além do baião, o
artista agrega ao seu Hard Rock elementos do Samba.
Discografia:
Carrascais (2006); O Lago Misterioso (2011); Capa Preta (2013); Sonhos, Sertão
& Loucura (2016); Céu, Hades e outros Porvires (2018); Vênus Philipeia
(2019); #CâmaraEco (2021) e Infinito Migrar (2022).
SERVIÇO:
INFINITO MIGRAR (2021/2022)
Lançamento: Dia
1º de janeiro (sábado), nas plataformas digitais
Link para as plataformas:
Contato para
shows e entrevistas:
ALMA NUA PRODUTORA - Fone: 55 83 98896-8174
Página Oficial: www.juniocordeiro.com
Email: cordeiro_junior@yahoo.com.br
Redes Sociais:
Instagram:
Júnior Cordeiro Oficial - https://bit.ly/3yRkXTY
Facebook: Júnior
Cordeiro Bruxo do Cariri - https://bit.ly/3JcqIAm
Por Chico Noronha
* TATUAGEM
* ESCADA
* CORACAO LIGEIRO
* PEQUENO PLAGIO SENTIMENTAL
* ROSA DE AGORA
O público pessoense já teve acesso as três mais divulgadas na região Nordeste: ESCADA, TATUAGEM, e CORACAO LIGEIRO. Desta vez será priorizada ROSA DE AGORA
A NOVIDADE-
MAIS UM CLIPE NAS REDES ao longo do ano. Rosa de Agora reúne parceiros de Artane Inarde em Belo Horizonte, onde a morena nascida em Natal- RN, reside e trabalha.
* Direção e roteiro
Luiza Tomagnini
* Cinegrafia e edição
Paulo Coleman
* Produção executiva
Thiago Peixoto
* Produção Musical
Ricardo Ulpiano
Thiago Peixoto
* Produção artística
Ricardo Ulpiano
* Musico: Daniel Tamietti
Styling: Adriana Manhago
Make up/hair: Lucia Ferreira
REENCONTROS- Janeiro
Artane cumpre neste momento especial de carreira artística uma das suas principais metas que visa mostrar seu talento musical através de encontros com produtores, jornalistas, radialistas, escritores e demais interessados em conversar sobre movimentos literários que resistem em cidades como Natal e Joao Pessoa.
MULHERES QUE RESISTEM ESCREVENDO
Artane atua nas artes também pela via literária e sua participação está marcada nas publicações de coletâneas organizadas por Jovânia P. que vem gradativamente mobilizando escritoras pretas de todas regiões brasileiras.
Artane Inarde é uma delas e destaca " nosso objetivo e realizar encontros também com gente da literatura, musica, e outros segmentos culturais com a finalidade trocar ideias de circulação do nosso trabalho e mostrar o que temos de melhor pra oferecer através da arte popular legitimamente brasileira"
Artane vai estar no Nordeste até 15 de janeiro, circulando principalmente entre a Paraíba e Rio Grande do Norte, onde tem amigos e familiares.
Em comemoração aos 50 anos de carreira do artista, a Universal Music fará o lançamento da versão digital inédita do álbum de estreia de Fagner, “Manera Fru Fru, Manera: O Último Pau de Arara”, originalmente lançado em 1973, que traz o single “Cavalo Ferro” e a antológica canção “Mucuripe”, gravada originalmente por Elis Regina, em 1972, e posteriormente também regravada por Roberto Carlos, em 1975.
Além da chegada de seu primeiro álbum às plataformas de streams, a companhia também fará o lançamento do novo projeto de Fagner, um álbum com canções inéditas e releituras no qual ele homenageia Belchior, um de seus grandes parceiros.
“Estou de volta depois de 50 anos e agradeço a todos vocês que fazem a Universal Music pelo momento que vivemos hoje. Acredito que Robertinho e eu iremos tentar superar a expectativa que vocês nos depositam”, disse Fagner.
“Estamos muito felizes em trazermos novamente para a Universal Music este grande ícone da música popular brasileira, que faz parte da história musical e da memória afetiva do nosso país. Agora sim, o bom filho à casa torna”, completou Paulo Lima.
Raimundo Fagner é um dos maiores cantores da música latina. “Traduzir-se”, seu oitavo disco de estúdio, lançado em 1981, levou o repertório do artista para fora das fronteiras do país. Além do Brasil, o bem-sucedido projeto teve lançamento na Europa e América Latina e vendeu ao todo mais de 250 mil cópias. Reconhecido ao longo de sua carreira com inúmeros Certificados de Ouro e Platina, Fagner já realizou parcerias com grandes nomes da música, como Paco de Lucía, Mercedes Sosa, Joan Manuel Serrat, Victor Heredia, Leon Giecco e outros. Suas composições também já foram regravadas por grandes nomes da música nacional, como Elis Regina, Roberto Carlos, Nara Leão, Chico Buarque, Cazuza e outros. Em 1968, venceu o IV Festival de Música Popular do Ceará com “Nada Sou” (com Marcus Francisco). Sua discografia consta de mais de 46 álbuns, produções e participações em discos dos mais variados artistas da música brasileira, que vão desde Nelson Gonçalves e Cauby Peixoto até Zezé Di Camargo & Luciano e Gusttavo Lima.
Fonte: Samba Brasil
ELENCO FORMADO POR 60 PESSOAS ENCENARÁ O AUTO DA LAPINHA.
Por Chico Noronha
Entoada pelas jornadas, pelo colorido dos cordões encarnado e azul, pela animação das torcidas e lindas cantorias, mestra e contra-mestra narram a história do nascimento do menino Jesus, fazendo contra-ponto com o pastorzinho que duvida da gravidez de Maria, conforme anunciada pelo anjo Gabriel, até o anuncio feito pela estrela e a cigana, que o menino nasceu em Belém regado pelos festejos e louvação para o homem de Nazaré.
A adaptação do texto foi realizada pelo ator, diretor e arte/educador Tony Rodrigues, baseado em passagens bíblicas que relatam o nascimento de Jesus. Para o diretor e produtor Adriano Araújo: A ideia principal do espetáculo é mostrar que José e Maria foram pessoas comuns, viveram em comunidade, assim como Jesus que lutou contra as desigualdades sociais, a mentira (fake news). “Trazer as manifestações populares para contação da história milenar do natal em forma de espetáculo, é dar vida e luz as memórias e vivências existentes no meio povo”.
O |Grupo Flores Belas realiza ao auto de natal desde 2007, sempre trazendo elementos da cultura popular para contar a história do nascimento do menino Jesus, exemplo da Nau Catarineta, do Maracatu de Pedra Fogo, dos Brincantes de Pés no chão, com intuito de popularizar o entendimento as passagens bíblicas para o entendimento da plateia. Essa será a XIII edição do espetáculo.
Ficha Técnica
Direção musical de Sadraque Barreto, com participação dos alunos da Orquestra do CEFEC; Captação e operação de áudio por Danilo Silva; Gravação das vozes e remasterização por Aladdim Pereira; Figurinos e adereços por Luiza Flores; Fotografia de Luiz Carlos F. Marques; Texto Adaptação Tony Rodrigues e Direção e produção por Adriano Araújo.
Realização: Associação Pro Dia Nascer Feliz, Centro Social Urbano Francisco Leocádio Ribeiro Coutinho e Grupo Flores Belas.
Contatos: (83) 996884669 – addriano@outlook.com
Erasmo Carlos sempre foi um artista do futuro. Ou melhor, um artista que une presente, passado e futuro num tempo próprio, repleto de rock´n´roll e poesia, numa viagem da qual, há mais de 53 anos, ele nos convida a participar. É assim desde os anos 1960, quando foi um dos criadores da Jovem Guarda, movimento cultural que mudou o comportamento dos jovens na época e introduziu o rock no Brasil. Passando por todas estas revoluções musicais e sociais, o Tremendão chegou pleno aos 80 anos, completados em junho.
O cantor entrou em estúdio em setembro, retomando a parceria com o produtor Pupillo e com direção artística de Marcus Preto para dar vida ao projeto “O Futuro Pertence À Jovem Guarda”. No repertório, releituras de músicas que foram sucessos com gigantes da época: Golden Boys, Vips, Renato e seus Blue Caps, Eduardo Araújo, Roberto Carlos entre outros. O cantor finalizou o projeto em novembro e logo caiu na estrada para apresentar o novo trabalho ao público em uma turnê nacional.
Nesta sexta-feira (17), Erasmo libera o primeiro single do álbum: a faixa "A Volta”, composição de Erasmo e Roberto Carlos, grande sucesso com a dupla Os Vips. Além da disponibilidade nas plataformas de streaming pela Som Livre, a canção também chega com um lyric video no YouTube .
A nova versão de "A Volta”, agora interpretada por Erasmo, fará parte do álbum, que será lançado no ano que vem. “O Futuro Pertence À Jovem Guarda” é um projeto de releituras de canções do movimento da Jovem Guarda. Erasmo foi um dos ícones desse movimento e gravou 8 faixas dessa época, as quais ele nunca havia gravado anteriormente. O álbum completo do projeto tem previsão de lançamento pela Som Livre para o início de 2022.
TURNÊ “O FUTURO PERTENCE À JOVEM GUARDA”
Mais uma vez Erasmo faz sua alquimia única dos tempos e nos brinda, com sua super banda, com a recriação de hits marcantes e baladas inesquecíveis da Jovem Guarda, resgatando a pressão, a atitude, a força, o olhar amoroso, a alegria e o otimismo da criação de um mundo novo, fundamentais tanto naquela época como agora, neste futuro que já está aí.
Erasmo apresenta músicas que se tornaram parte da história cultural brasileira - e da vida de todos nós -, além de algumas surpresas. Afinal, Erasmo nos palcos cantando “Gatinha Manhosa” o Brasil já viu. Cantando “Festa de Arromba”, também. Mas cantando " Meu carro é vermelho, não uso espelho pra me pentear”, de Eduardo Araújo, isso não foi visto. "Estou guardando o que há de bom, em mim" sucesso da dupla os Vips, também não. Acompanhado por sua banda, com o Maestro José Lourenço nos teclados, Luiz Lopes no violão, guitarra e vocal, Pedro Dias no baixo e vocal, Billy Brandão na guitarra guitarra e Rike Frainer na bateria, Erasmo apresenta um show histórico, mostrando para o Brasil onde começou este tal de rock´n roll por aqui. Dando início à turnê em novembro na cidade de Porto Alegre, O Tremendão se prepara para presentear São Paulo no dia 18 de dezembro e o show do Rio de Janeiro acontece no início do ano que vem.
"A Volta" - Erasmo Carlos
Lançamento Som Livre
Sobre Erasmo Carlos
Artista em permanente ebulição, efervescente, inspirado, há mais de 53 anos o Tremendão vem embalando gerações com suas canções. São mais de 500 composições que refletem, da ingenuidade da Jovem Guarda e sua doce proposta de mudanças comportamentais, à maturidade dos dias atuais, alçando Erasmo ao posto de Gigante Gentil da música brasileira (título reafirmado com o Grammy Latino 2014 de Melhor Álbum de Rock por Gigante Gentil e com sua escolha como Homem do Ano na Música da Revista GQ).
Fonte: Revista Cultural.
“Maria´s” é dirigido pelo ator Antônio Deol e montado pela Cia. Oxente de Teatro. Tem como proposta trazer uma intimidade maior com o público e traz a plateia para cima do palco. A peça aborda temas relevantes várias de Marias que existe em todos nós. A atriz Mônica Macedo, em entrevista ao site Bafafá, contou que o espaço cênico de ‘Maria’s’ propõe uma relação mais próxima entre intérprete e espectadoras. "Convidando ao público para o palco, propiciando uma maior interatividade/cumplicidade com o espetáculo”, comentou Mônica.
Em cena estão “Maria’s” que se dispõe a bordar e abordar um episódio final da vida da personagem Maria Stuart. Por meio dela as situações são vividas por várias mulheres. "Trazemos um período remoto em possíveis diálogos com a contemporaneidade; defendemos a libertação desse ser mulher – a libertação desse ser Maria”, resumiu a atriz sobre a sinopse do espetáculo.
Oxênte
A Cia Oxênte de Teatro, fundada na cidade de Alagoa Grande em 17 de agosto de 1983, desenvolve um processo de trabalho fundamentado na investigação do universo regionalista nordestino e suas ramificações. Em sua trajetória representou a Paraíba em vários festivais de teatro, obtendo êxito por parte da crítica e do público. Tendo conquistado diversos prêmios, já circulou em algumas capitais nas regiões do Sul, Sudeste e Norte do Brasil.